sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

AI, A MINHA SALSA!

Dois posts seguidos sobre botânica, é dose! Mas o que é que querem? O livro que estou quase a acabar de ler, de um escritor laureado com o Nobel, tem sido um sacrifício a cada página e até é fininho! (descansem os admiradores de Saramago, que não é dele!)  Num périplo pelo cabeleireiro, nalgumas lojas e a fazer uma reclamação fundamentada numa compra on line, os funcionários demonstraram como qualquer um pode ser uma visita inoportuna e como os negócios vão tão bem, que nem precisam de clientes... E quando se regressa a casa, com a carga da má-disposição alheia, descobre-se que a grande discussão na AR é a conjugação do verbo marimbar? 

OK, estou de volta à salsa! Que vista na foto acima nem está mal de todo mas, na experiência em si, teve bons e maus momentos: as sementes revolveram a terra, abriram lanhos, só brotaram parcialmente; as regas foram fatídicas para os rebentos mais frágeis, muitos esmoreceram e outros, a lutar pela sobrevivência, emaranharam-se e não resistiram, apodrecendo no caminho. Porque será que esse percurso não me parece nada estranho? Para não restarem dúvidas, a colagem dos vários momentos fotográficos simplifica:
Mas, claro, ainda não desisti! E até posso afirmar que a experiência resultou parcialmente! Conclusão? Não tem! Excepto a óbvia que os seres humanos não diferem muito da salsa... o seu saudável desenvolvimento depende do terreno onde cai a semente!

BOM FIM DE SEMANA PARA TOD@S!

21 comentários:

  1. Coitadinha da salsa! Não está lá com grande aspecto! Quando estou em Caniçada (Gerês) tenho salsa em qualquer canto e verdinha que consola. Nada como as coisas nascidas ao "Deus dará".

    Bom fim de semana

    Beijinho

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  2. Na verdade somos tão distraídos que manuseamos ene vezes vegetais, legumes, frutas, etc., nm gesto quase autómato, sem nos darmos conta da árdua tarefa da mãe natureza!
    E no meu caso é impordoável, já que estou à distância de um "abrir de porta do quintal" 8x

    Bem, fico com a ideia de que botânica não é o teu forte :))

    Boas Festas, menina :-L

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  3. Não foi o verbo "marimbar", mas sim, a bomba atómica.
    Uma metáfora forte depois de ter comido e bebido numa jantarada de natal.

    Uma das causas da minha depressão é a minha família não vir do Porto passar aqui o Natal a Düsseldorf, como faziam todos os anos, porque como são professores cortaram-lhes todas as regalias anteriores.
    Sou da opinião, que temos de combater no duro a crise que alastra o nosso país, mas com argumentos e, não com metáforas ridículas. Os bancos não ficam com os pés a tremer, ficam sim, a rir-se e não nos levam a sério.

    Viva a salsa!!!

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  4. Parece-me- talvez seja impressão minha- que em algumas loja as pessoas estão mais disponíveis para atender os clientes( não nos call centers, que continuam a ser a vergonha de sempre) Bem, mas com essa da salsa, o que me ficou a apetecer, foi mesmo ir dançar uma ali às Docas
    :-)
    Bom fds

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  5. O que ainda mais me interessa do que da salsa e do "marinbando", é que escritor e que romance estás a ler para tanto te dedicares às flores e aos coentros.

    Conhecia todas as flores do post de ontem: as primeiras eram as flores favoritas da minha sogra e, o jardim na nossa casa no Porto estava cheio de jarros, a flor favorita da minha mãe.
    As outras também as conhedanço, porque não há amigas ou familiares que não tenham um jardim... eu prefiro os coetros!

    Um óptimo fim-de-semana também para ti.

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  6. Como o meu portátil não tem os sinais portugueses, mas detesto escrever sem sinais, fui buscar a cedilha ao "danço" do Carlos, por isso, ficou conhedanço em vez de conheço, porque me esqueci de tirar as restantes letras.

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  7. Tété
    Não tenho muita sorte com a salsa. Ando sempre a semeá-la e nunca nasce. Em contrapartida há outras coisas que não semeio e acabo por colher.
    Obrigado pelas tuas palavras.
    um grande beijinho e Feliz Natal para ti e para o "maridão" e filhotes(?)

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  8. Essa salsa parece-me viçosa... ou é da fotografia!
    Bom fim de semana : )

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  9. Tite,
    Um comentário fora de contexto.
    Já acabei de ler “A rapariga com a tatuagem do dragão” – fascinante - e já comecei a ler (livro de formato tradicional!) o segundo : “A rapariga que brincava com o fogo”.
    O filme já se estreou aqui. Quero vê-lo durante as férias. Depois dir-te-ei se é tão bom como o livro. : )
    Abraço

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  10. Tens razão, SONHADORA, não há nada como as plantinhas que crescem ao deus-dará, mas aqui não é possível, Deus não dá, tenho de ser eu a plantá-la! E dá nisto... :))

    Beijocas!

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  11. Botânica não é o meu forte mesmo, PASCOALITA, mas não deixo de tentar! :D

    E claro, a experiência também não é muita, que de resto só manuseio esses produtos hortículas no supermercado! :))

    Boas festas para ti também! :-L

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  12. Pois, essa discussão passou-me totalmente ao lado, EMATEJOCA, até porque os deputados e companhia adoram essas metáforas parvas, e depois fazem uma grande encenação em volta delas, com chistes de um lado para o outro, todos cheios de vontade de protagonismo. E em relação ao que interessa realmente, não tugem nem mugem! Cambada! :P

    E pelo andar da carruagem, pró ano ainda vai ser pior, que de subsídio parcial passa a não haver nenhum. Para já na função pública, mas suponho que também acabará por atingir os privados! b-(

    Quanto ao livro, vai sair post! Mas que me custou a ler, custou! 8x

    Beijoca!

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  13. Claro que ainda há lojas em que o atendimento aos clientes é simpático, CARLOS BARBOSA DE OLIVEIRA, neste dia estava em maré de azar, só dava com gente mal encarada! ;)

    Essa, claro, é outra salsa mais agradável. Para quem gosta! :D

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  14. Pois, KIM, nem todos nascem com dons de agricultor! Cultivam-se outras coisas...

    Um grande abraço amigo para ti, desejando o melhor Natal possível para ti e para todos os que te rodeiam! :)

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  15. A que está em cima é do mais viçoso que se pôde arranjar no vaso, CATARINA, mas a experiência não decorreu uniformemente! Mas alguma sobreviverá... até ir para o tacho! :)

    Olha, não sei se aí os títulos são diferentes, mas aqui o do primeiro livro é "Os Homens que Odeiam as Mulheres" e o segundo "A Rapariga que Sonhava com uma Garrafa de Gasolina e um Fósforo", sendo o último "A Rainha no Palácio das Correntes de Ar!" Como adorei a trilogia, claro que o filme não me vai escapar, mas aqui só estreia a 19 de janeiro (previsão). Até vi a primeiro filme sueco, o segundo ainda não tive a sorte de o apanhar, o terceiro só está previsto lá para setembro. Mas depois diz-me, sim, o que achaste do filme! De Larsson fã para outra Larsson fã... :D

    Abraço!

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  16. Teté,
    Mas que títulos tão diferentes. Em inglês:
    - The Girl with the Dragon Tattoo
    - The Girl Who Played with Fire
    - The Girl Who Kicked the Hornet’s Nest
    : )

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  17. Suponho que já tinha reparado nessa discrepância quando os li (no ano passado), CATARINA, mas entretanto já nem me lembrava... :))

    Mas olha, valeu porque já tinha procurado a data da estreia do filme por cá e não tinha encontrado. Assim, foi rápido! :D

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  18. Por curiosidade fui ver os nomes dos livros em sueco:
    O primeiro é de facto “Men who hate women”, o segundo traduziram literalmente “The girl who played with fire” e o título original do terceiro é “The air castle that was blown up”. Interessante.

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  19. Pois, CATARINA, isso quer dizer que tanto em Portugal, como aí no Canadá, a tradução dos títulos dos livros é livre... :D

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  20. já tens aí para temperar umas belas omoletes :) nem tudo é mau :) vê lá se não chega aí um coelho e não te come a salsa toda :s

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  21. Ainda há de dar para mais, MOYLITO, que ainda não parou de nascer... :))

    Coelhos, cá em casa, só para meter no tacho! :D

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Sorri! Estás a ser filmad@ e lid@ atentamente... :)