O jornalismo tem regras. Muitas. Quem, quando, o quê, onde, como e porquê são as básicas para escrever qualquer artigo. Para conseguir obter a notícia tem de se falar com todas as partes envolvidas, para manter a isenção necessária, mas nem todos concordam em prestar declarações. Adjectivação, opinião própria ou só uma "piadola" relacionada com o assunto não contribui em nada e o mais certo é algum chefe de redacção ou editor riscar com a caneta (de qualquer cor) esses (des)interessantes arroubos de jornalistas imaturos. Que não faz parte da "linha editorial" e está a andar! Eventualmente, podem-se acrescentar algumas informações adicionais, mas mainada!
Em Portugal, o jornalismo de isento passa a cinzento! Excepções existem algumas, em cronistas mais notáveis (ou notórios?), tal e qual verdadeiras estrelas neste circo. E esses têm liberdade para teclar o que lhes dá na real gana, mas por vezes estão vergados ao poder político, ao patrão, aos partidos, sem os quais não tinham sobrevivido na profissão. Murros na mesa? Nada! Uma criticazinha leve e é um pau!
Daí ser tão bom ver e ouvir indignações como esta, sem papas na língua, que os jornalistas não são iguais em todo o mundo...
Em Portugal, o jornalismo de isento passa a cinzento! Excepções existem algumas, em cronistas mais notáveis (ou notórios?), tal e qual verdadeiras estrelas neste circo. E esses têm liberdade para teclar o que lhes dá na real gana, mas por vezes estão vergados ao poder político, ao patrão, aos partidos, sem os quais não tinham sobrevivido na profissão. Murros na mesa? Nada! Uma criticazinha leve e é um pau!
Daí ser tão bom ver e ouvir indignações como esta, sem papas na língua, que os jornalistas não são iguais em todo o mundo...
Caso idêntico ao que chegou aos jornais portugueses, mas, sabe-se lá porquê, nunca teve desenvolvimento! Se alguém souber, que elucide...










