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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

2017 JÁ CHEGOU!

Posso afirmar que 2016 foi um bom ano aqui para nós - à exceção das últimas 3 semanas com gripalhadas atrás de gripalhadas, mas isso foi igual a pelo menos metade da população portuguesa, portanto, queixarmo-nos de quê? - com a concretização de alguns sonhos antigos. O meu, o de visitar Keukenhof, o do maridão o de correr a maratona, que por acaso calhou ser a de Valência. E aproveitámos para visitar as duas cidades, tanto esta como Amesterdão. Adorámos, cada uma à sua maneira!

Também passámos dois períodos de férias no Algarve, em família, o que é sempre uma animação.

Comprámos um carro novo, mas essa teve menos piada, porque o anterior (da empresa da cara metade), deixou-nos a meio caminho na autoestrada entre Lisboa e o Algarve e já não teve arranjo possível - quer dizer, o arranjo era superior ao valor do carro. Mas pronto, tudo acabou por se arranjar, embora fosse um despesão inesperado.

Por outro lado, o filhote também está a trabalhar numa empresa da área que escolheu e gosta e entretanto vive mais tempo em casa da namorada do que na nossa, anda feliz e satisfeito. Que mais pode um pai ou uma mãe desejar?

Ah, e a nível nacional este ano a rapaziada da bola ganhou o campeonato europeu de futebol, o que deu uma enorme alegria à malta. Politicamente ainda nos livrámos da "múmia paralítica" de São Bento, substituída com grande vantagem pelo tio Marcelo - e não sou suspeita, que nem sequer votei nele...

E agora, 2017? Pois,é uma grande incógnita, se bem que o cenário mundial não possa dar azo a grandes otimismos. 

Certo é que é já a 28 deste mês que terá início o ano do Galo de Fogo (terminando a 15 de Fevereiro de 2018) do horóscopo chinês e as previsões genéricas que li até são bastante auspiciosas. Mas pronto, vale o que vale!

Não cheguei a fazer os habituais balanços de livros, fotos ou filmes de 2016, mas a disposição não era nenhuma, não achei simpático atamancar posts às três pancadas. Com calma, o dos livros sairá de certeza,  os restantes logo se verá. No entanto, e antes de tudo o mais, queria desejar a todos...

UM BOM ANO DE 2017!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

REALIZAR UM SONHO...

O sonho era do maridão e já contava alguns anos: correr uma maratona! Inicialmente, a corrida surgiu mais ou menos como escape e pela necessidade de fazer algum exercício, já que as modalidades anteriormente praticadas tinham horários quase incompatíveis com  os de trabalho. Dizem os entendidos, que os desportistas precisam de exercício para melhorar o seu estado de espírito. Acredito que tenham razão, se bem que como não-desportista me limite a reproduzir o que oiço  por aí...

Mas voltando ao sonho já antigo, por muitas e variadas razões ele foi sendo adiado. Até que há coisa de um ano e tal o maridão resolveu inscrever-se num grupo desportivo: além de treinos mais programados, existe toda uma equipa que acompanha eventuais problemas de lesões, da massagem à fisioterapia, passando até por exames médicos e nutricionismo. Para lá do grupo de outros maduros (e maduras!) que treina afincadamente e com perseverança, com a mesma finalidade. Foi sem dúvida um grande incentivo.

Assim, talvez há uns 6 meses, o maridão avisou-me que estava a ponderar realizar a sua primeira maratona no dia 20 de Novembro, em Valência. Se queria ir com ele? Não, não estava particularmente interessada, se ele ia correr, o que é que eu fazia? Vai daí, o filhote meteu-se ao barulho: "Disparate, não conheces Valência, vais conhecer. Se quiserem vou com vocês." Claro que aí o caso mudou de figura e decidimos ir os três. Não me arrependi!

Bom, sobre Valência escreverei outro dia - e até há bastante para escrevinhar (vou ter de usar o meu parco poder de síntese) - porque hoje só quero referir o orgulho que senti com a realização do sonho do maridão. Ele acabou a prova em 3 horas e 56 minutos, o que não é nada mau para um novato de 61 anos (ficou mais ou menos a meio do seu escalão). Mas mesmo que não tivesse acabado, sentia esse mesmo orgulho. dada a força de vontade e persistência dos cerca de 4 de meses de treino intensivo, independentemente das circunstâncias atmosféricas ou outras. Há alguma coisa mais importante na vida do que tentar realizar os nossos sonhos?

terça-feira, 12 de julho de 2016

CRÓNICA... COM GRAVATA!

Faço aqui uma breve interrupção e não é para ir de férias, mas para falar de bola. Já disse e repito que não sou fã do desporto-rei, mas caramba, fico satisfeita quando a rapaziada se sai bem no futebol internacional. E ganha uma taça pela qual andou a lutar durante muitos anos. Quem não se sente... Adiante!

Dito isto, não vi o jogo como os adeptos tradicionais: estava a jantar e de vez em quando ia dando uma vista de olhos à televisão acesa, quando o relator ou as pessoas que me acompanhavam teciam qualquer comentário relevante. Urros e palavrões não contavam...

No day after, quando a euforia foi ao rubro, com a recepção preparada para a equipa, pela vitória no campeonato europeu, alguém me leu esta crónica, que achei relatar condignamente os momentos vividos no relvado, com uma graça muito própria. (o que um maridão faz para ver se a mulher se interessa pela bola, ai, ai!)

Para além da seleção nacional de futebol, também está de parabéns a raparigada que representou o nosso país nos campeonatos europeus de atletismo de Amesterdão, que regressou a casa com duas medalhas de ouro, uma de prata e outra de bronze. 

O desporto português está em festa. No entanto, o programa habitual do Quiproquó seguirá dentro de momentos - que é como quem diz, dentro de uns dois ou três dias.

Imagem do facebook.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

SNOOKER

Há pessoas que papam tudo quanto seja desporto televisivo. Faço precisamente o contrário: se é desporto, mudo de canal. Com todos incluindo futebol, excepto...  snooker! Sempre gostei de jogar e de ver, desde que aprendi o básico lá nos idos tempos de liceu.

Para quem não sabe, neste momento está a decorrer o campeonato do mundo de snooker, que o Eurosport tem transmitido mais ou menos em directo - por vezes só dá um resumo, outras repetem jogos que já deram. Enfim, o costume em televisão!

O que este campeonato do mundo tem de inusitado é o facto dos jogadores favoritos terem sido eliminados logo nas primeiras rondas: começou com Bingham, o campeão do ano passado, continuou com Murphy (vice-campeão), Neil Robertson, Judd Trump e Ronnie O'Sullivan - o grande craque, que todos consideravam vencedor à partida... Quem restou para disputar as meias finais? Mark Selby, o único dos favoritos ainda em prova, o escocês McManus (que chegou lá com um grande bambúrrio), o asiático Marco Fu e o chinês Ding Junhui. Não é assim muito linear que Selby venha a confirmar a preferência do público - natural, sendo ele inglês e decorrendo o campeonato em Sheffield.

Bom, mas os comentários da emissão televisiva estão a cargo de Miguel Sancho e Nuno Miguel Santos - tive de verificar os nomes na net, pois quando os referem confundem-se, dada a similitude e a má dicção de ambos - que no início de cada jogo fornecem algumas informações interessantes sobre os jogadores, como nacionalidade, idade, posição no ranking, etc.e tal. O pior é que depois começa a faltar-lhes tema de conversa e começam a inventar: nem estou a referir as jogadas que eles preconizam e depois o jogador prefere executar de outra forma - acontece de vez em quando, mas não é preciso ser um crânio para adivinhar qual a bola que tem o ângulo mais favorável para ser embolsada. Isso, até eu! Mas desde histórias muito imaginativas sobre a "maldição" de não existir memória do mesmo campeão dois anos seguidos (está tudo na net, então para quê inventar?), até epítetos imoderados sobre os jogadores - "máquina de embolsar bolas" ou "estrela do Oriente" - vale tudo. Até a dar notícia das opiniões facebookianas de  alguns adeptos. Tenham dó! (ou, não tendo, arriscam-se a ficar mudos no meu televisor...)

Boa notícia é que Lisboa vai passar a ter um Open, que fará parte do calendário oficial. E que as emissões televisivas da modalidade estão garantidas para a próxima década.

Boas tacadas!

Imagem de Mark Selby, da net.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

SÓ DE OLHAR...

... fico cansada! OK, bem sei que está na moda praticar desporto, ir ao ginásio, fazer corridas ou caminhadas. Lamento, mas não é a minha praia - são muitos anos de vida sedentária, uns passeiozitos ao fim de semana e tal, até que sabem bem, mas nada de caminhadas destas por montes e vales, de cerca de 8 quilómetros e sem maneira nenhuma de desistir a meio.

Ontem, em conversa com antigos colegas de liceu - uma das quais não via há 38 anos, imagine-se! - descobri que para os padrões da malta da minha geração sou uma verdadeira lontra: todos caminham, correm, ginasticam-se, etc.e tal... e eu, nada! Quer dizer, tirando esses passeiozitos de fim de semana que nem contam, até porque nem contabilizo os quilómetros. Mas todos têm histórias sobre essas aventuras, um demorou 7 horas a subir à ilha do Pico, a outra meteu-se neste percurso em Arouca e às tantas já estava meio assustada, por ser um percurso tão difícil que entretanto anoiteceu, enfim, relatos emocionantes não faltaram.

Mas alguém convencia a filha mais velha da minha mãe a enfiar-se num trilho destes? Sem bancos (está bem que tem escadas, mas não é a mesma coisa), sem saídas, íngreme, escada acima escada abaixo, sem sequer uma bica onde beber um pouco de água, sem poder desistir a meio... durante 8 km? Por mais bela que seja a paisagem...

E sim, a parte do poder desistir é importante. Porque às vezes damos passos mais largos do que as nossas pernas, para constatarmos que afinal não temos a pedalada que imaginávamos. Depois, como é óbvio, acabamos a chatear quem nos desafiou para a passeata e/ou os restantes caminhantes. Ná, a mim ninguém me apanha nessa!

Imagem de João Paulo Coutinho, no Google Maps - Passadiço do Paiva, Canelas, Arouca.

sábado, 11 de agosto de 2012

NOTÍCIAS DO FB!

"Little Boy" e "Fat Man", o nome de código porque foram designadas as bombas atómicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, a 6 e 9 de agosto de 1945 respetivamente, foram relembrados esta semana no facebook... e não só! O cartoon já tem algum tempo (como bem se nota!), mas escarafuncha com o dedo numa ferida antiga...

Os Jogos Olímpicos também foram notícia amplamente divulgada por todos os amantes do desporto e em várias modalidades, dando azo a várias discussões sobre a participação portuguesa - que uns consideram ter ficado aquém das (suas) esperanças e outros incentivam para lá dos resultados - mas é assunto que praticamente desconheço, nem me interessa por aí além. No entanto, achei um piadão a este cartaz, sobre outra discussão ainda mais anedótica e comparativa, que diz bastante sobre o sentido de humor que continua a existir por estas bandas! 

Finalmente, e mais de um mês depois de certas notícias serem conhecidas por cá, algumas já chegaram a Marte. Ai, ai...

Imagens do facebook.

sábado, 22 de outubro de 2011

FAIRPLAY?!?

Parece anedota, mas não é!
Ao competir na maratona de Kielder, em Inglaterra, o britânico Rob Sloan sentiu-se cansado. Acontece! O que já é menos frequente acontecer é o atleta sair do percurso, apanhar um autocarro até perto da meta, esconder-se nuns arbustos e depois finalizar a prova, ganhando uma medalha de bronze.
Quer dizer, foi sol de pouca dura, porque felizmente para o verdadeiro terceiro classificado - incrédulo quando chegou à meta em "4º lugar", porque só tinha visto dois adversários a ultrapassarem-no - outros desportistas e espetadores perceberam a marosca. Além dos outros viajantes do autocarro e dos condutores dos veículos que seguiam atrás deste, que o viram entrar ou sair do transporte-para-a-meta!
Podem ler a notícia aqui e verificar o ar ufano do maratonista a exibir a sua medalha de bronze, antes da organização do evento ter sido alertada da sua "proeza"...
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