
Assim, quando um policial começa com um padre a pedir ajuda ao seu melhor amigo - convenientemente, um agente do FBI - para proteger a sua irmã (que anda a ser vigiada e perseguida por um psicopata que ameaça matá-la), ninguém estranha. Quando estes se encontram e ficam desde logo atraídos pelos atributos físicos um do outro, pois, já se viu que também vai ter romance. O grandioso plano, claro, é fingirem-se apaixonados para espicaçar o tal psicopata a atacar, caindo assim numa armadilha que eles e o FBI (em peso) andam a preparar. Hummm.... cheira a banalidade, mas nunca se sabe!
Depois da leitura do livro, o que se sabe com certeza é que a conceituada escritora americana, traduzida em cerca de 28 línguas - que ainda somou mais umas cenas eróticas ou de terror, para apimentar o suspense do enredo - dificilmente venderia qualquer livro, se escrevesse em português. Tão mau, tão mau, que até o SujDesc* (com esta grafia!) não entende uma bomba que surge num momento culminante...
Nada contra a publicidade de editores e livreiros, mas a tolerância é zero, quando enganosa!!! Daí preferir não divulgar o título, a autora, a tradutora ou a editora! (também é possível que o meu grau de exigência literária esteja a aumentar, mesmo em policiais)
SujDesc* - tradução "literal" para sujeito desconhecido (o criminoso)? (nem a tradutora se dignou a colocar nota explicativa)
É das piores coisas que me pode acontecer, ficar desiludida com um livro, muito mais do que com um filme. Porque no livro somos mais livres, e se não nos agrada é porque não foi mesmo feito para nós :-)
ResponderEliminarXiça estava difícil de comentar, tive que fazer 254608765 tentativas. Bijou
ResponderEliminarmas apesar de tudo, depois de se terem atraidos um pelo outro, devem ter tido bastante facilidade em fingirem o romance... :e
ResponderEliminarimagino-te com um fosforo aceso numa mão e o livro noutra. ~x(
adoro fotografias de estantes :)
ResponderEliminarbj
tete loool, ia-te dizer algo quando dei por mim a concordar com o vicio ahahahah! =))
ResponderEliminarEu tenho um defeito/caracteristica que é, quando um livro é mau (que até pode ser excelente na opinião de outros mas simplesmente não gosto), começa a enrolar-se-me no raciocinio e na vista e não consigo continuar a ler nem que seja para poder dizer mal dele no final!
ResponderEliminarDeve ser o meu espirito anti masoquismo!
Com que então a tua tolerância está a zero, Teté???!
ResponderEliminarE eu fiquei com grande curiosidade em saber o nome da autora desse livro, que tanto te irritou.
Sabes, que a nossa Licas nos desafiou sobre esse tema. Tema difícil, porque a tolerância tem diversos aspectos, que às vezes se mordem uns aos outros!
Vou continuar a comentar lá em baixo.
E quando compro algum livrito, ah, abro, vejo aqui e ali, e...mim num gostas e posa na prateleira, ehhh tadinha de ti..Beijinhos, laura
ResponderEliminarjá agora gostaria de saber. não é que o fosse comprar, mas na falta de conhecimento de causa poderia desfazer no livro a partir de uma opinião avalizada.
ResponderEliminarO livrito já estava a parecer de uma banalidade extrema, MIKAS, mas restava a esperança que no final algumas incoerências fossem explicadas... Nem isso! :(
ResponderEliminarSabes que o blogger tem dias de birra, não é? Fazer o quê? :[
Naquele romance foram só facilidades, VÍCIO, tirando o psicopata a perseguir a gentil menina... :-w
Ná, nem aos livros maus tenho vontade de deitar fogo... sou uma sentimental! :D
Estas são só as duas prateleiras de livros em fila de espera para ler, S.G., se bem que desconfie que alguns nunca vão chegar a ser lidos... pois vão sempre surgindo uns novos! :))
Teté, tens que revelar quem é, não vais deixar o pessoal aqui sujeito a errar numa prenda de Natal.
ResponderEliminarBeijocas
Não, VANI, livros para a fogueira é que nem por isso... :))
ResponderEliminarPois, PAX, devia ter largado quando percebi que o livro parecia escrito (e traduzido) às três pancadas, cheio de moralismos, ainda por cima! Mas não, estava convicta que a autora ia tentar dar uma explicação, mesmo que dificilmente me pudesse parecer plausível... :P
A bem dizer, fiquei sem perceber o género, mas confesso que ainda me ri com tantos chavões e banalidades... ;)
Tolerância para publicidade enganosa nunca foi nenhuma, EMATEJOCA! Irritou-me, mas também me fez rir, com tanto disparate junto, como acontece nas telenovelas mexicanas - a heroína passa de entrevadinha a ceguinha, depois cura-se de tudo e fica amnésica, logo a seguir vai presa, etc. e tal, em apenas em dois episódios... :)
Eu detesto esse tipo de livros. E quando são previsíveis então...
ResponderEliminarBeijinhos!
Bom, LAURINHA, por isso é que digo que foi publicidade enganosa! Diziam maravilhas do livro, da escritora, etc., e depois não corresponde nada! E sim, há pessoas para todos os gostos (o livro é fácil de ler), mas a historieta perde o rumo completamente...
ResponderEliminarJinhos, nina!
Só lendo, MOYLITO, contado ninguém acredita! Até sobrou uma bombazita por explicar! E o psicopata "frio e calculista", que gosta de torturar as vítimas com facas, para o fim já mudou de método e já planeia o ataque de espingarda... :p
Eu gosto de policiais, MATCHBOX32! Mas este nem sei se o é, que mistura o policial, com o romance, o terror e o erótico e em nenhum desses géneros a autora convence, que aquilo mais parece um molho de brócolos! :(
ResponderEliminarBeijinhos!
Nunca ouvi falar nesta autora, mas também é raro, que eu leia livros policiais. Vou perguntar à Karin se já leu alguma coisa dela, pois ela é que gosta deste género de literatura. Já agora diz-me qual é o título americano.
ResponderEliminarBom, se está mal escrito é a tradutora a culpada, se a história é estúpida é a autora. Estou em pulgas em saber o título, e se alguma amiga minha já o leu.
Tenho o "Caim" de Saramago à espera de ser lido...
PINOKA, sorry, "perdi-te" enquanto estava a comentar os comentários... :)
ResponderEliminarOK, com esse argumento, vou lá dizer-te qual foi o livro... :))
Beijocas!
Segundo parece a autora escreveu uma série de livros históricos de sucesso, parece que foi a primeira incursão na ficção, EMATEJOCA! Mas se era boa nos livros históricos, porque é que se meteu nestes meandros, que não são tão fáceis como parecem?! (aliás, pela amostra, fiquei na dúvida se seria boa "historiadora", mas isto sou eu, já desconfiada...)
A tradução (à qual não ligo muito, desde que razoável!) é má e a história é estúpida! Portanto, parece-me uma contribuição simultânea para um livro pouco apelativo, no meu entender... :)
"Caim" não mora, nem vai morar por aqui... :D
Atendendo à qualidade da crítica literária, saber essa divulgação poderia até ser útil, como entretanto li nos comentários.
ResponderEliminarBeijo
Bem devia ser mesmo muito mau :s
ResponderEliminarAcho que não corres o risco de comprar o livro, PAULOFSKI, que a editora só funciona em Lisboa, nem me parece estar editado noutras... :)
ResponderEliminarBeijo!
Há muito tempo que não lia um livro assim, LOPESCA! ;)
Em abono da verdade, quando me começam a chatear, desisto de os ler... :))
Neste caso (fácil de ler, note-se) fiquei até ao fim, na esperança que a autora explicasse aquele arrazoado de disparates... o que não fez! :p
Moça satisfaz-me esta minha curiosidade e diz-me o nome do dito livro que te deixou nesse estado! É que se é mau é para se saber! :)
ResponderEliminarOK, TONS DE AZUL! Já te digo qualquer coisinha... :)
ResponderEliminarDetesto chegar ao fim de um livro sem explicações.
ResponderEliminarEscreve à mulher e diz que queres explicações, afinal compraste o livro mereces te-las :)))
Ná, LOPESCA! Nem me parece que ela possa explicar uma bomba, que nem o próprio criminoso sabia que existia... :))
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