Estava para ser apenas um pacato jantar de aniversário, num restaurante de boa comida a preços acessíveis, com cerca de uma dúzia de familiares e amigos mais próximos, mesa marcada com antecedência.
Mas o azar (azarão?!) foi grande, que o dito restaurante ficava nas imediações do Campo Pequeno... em dia de tourada!!! Resumindo: cheio até à porta e com fila de espera! OK, como existia marcação, poderão pensar "qual o problema"? Passo a explicar: a malta que ali abundava! Ninguém falava, todos gritavam! Os que iam ver ou participar nas lides e todos os restantes, que não se conseguiam fazer entender de outro modo, incluindo os empregados.
No canto ao fundo da sala, a festa era rija! Mesa grande, cheia de machos de faces coradas, tal como se tivessem bebido uma pipa de vinho, e animados que nem eles, que um até imitava a corneta da entrada do touro em campo, furando os tímpanos dos amigalhaços e de todos os comezainas presentes na sala. E ultrapassar barreiras? Oh, oh, não houve pai para eles (em todos os sentidos), botifarras em cima da cadeira, da mesa, da cadeira do outro lado e chão, com a enorme alegria de demonstrar a sua enorme valentia!
Já disse, e repito, que odeio touradas! Mas, francamente, desconhecia que os amantes da tauromaquia desenvolvessem estes instintos... boçais?... medievais?... matarruanos?... (provavelmente, um 3 em 1!), antecipadamente, num local que é suposto ser minimamente civilizado...
Mas o azar (azarão?!) foi grande, que o dito restaurante ficava nas imediações do Campo Pequeno... em dia de tourada!!! Resumindo: cheio até à porta e com fila de espera! OK, como existia marcação, poderão pensar "qual o problema"? Passo a explicar: a malta que ali abundava! Ninguém falava, todos gritavam! Os que iam ver ou participar nas lides e todos os restantes, que não se conseguiam fazer entender de outro modo, incluindo os empregados.
No canto ao fundo da sala, a festa era rija! Mesa grande, cheia de machos de faces coradas, tal como se tivessem bebido uma pipa de vinho, e animados que nem eles, que um até imitava a corneta da entrada do touro em campo, furando os tímpanos dos amigalhaços e de todos os comezainas presentes na sala. E ultrapassar barreiras? Oh, oh, não houve pai para eles (em todos os sentidos), botifarras em cima da cadeira, da mesa, da cadeira do outro lado e chão, com a enorme alegria de demonstrar a sua enorme valentia!
Já disse, e repito, que odeio touradas! Mas, francamente, desconhecia que os amantes da tauromaquia desenvolvessem estes instintos... boçais?... medievais?... matarruanos?... (provavelmente, um 3 em 1!), antecipadamente, num local que é suposto ser minimamente civilizado...












