Há nomes muito bem escolhidos e o desta loja de plantas captou a nossa atenção. A tal ponto que o maridão me deu de presente este lindo e pequenino cato, para juntar à reduzida "coleção" deste ano - ainda não plantei nem a salsa, nem os coentros da praxe, mas está para breve. Para compensar, já floriu timidamente uma primeira orquídea, mas os botões existentes prometem muitas mais.
O espaço onde fica a loja de "O Meu Amor É Verde" (não, não se trata de nenhuma clubite aguda num estádio de futebol), foi outra agradável surpresa, onde já não punha o pé desde os meus tempos de esbórnia - ou seja, vai para cerca de 30 anos. Remodelado e adaptado aos novos tempos: a praça da Ribeira.
Da velha tradição do cacau - que, diga-se em abono da verdade, nunca bebi - aos chefes e restaurantes de gabarito vai um grande passo, mas foi essa a opção para o local. E não me parece que ninguém se possa queixar, alguns dos melhores e mais famosos paladares da gastronomia nacional estão ali representados, além da sofisticação de alguns pratos gourmet.
A multidão pode ser um incómodo, pessoalmente visitámos sempre "fora de horas" - tanto quanto percebemos o serviço é "non stop" - portanto nunca tivemos problema em sentar, que o espaço é bastante amplo. Ainda longe de termos provado todos os pitéus, os que mais nos surpreenderam pela positiva foram:
as bochechas de porco preto, com puré de batata, couve lombarda e bacon, no restaurante de Henrique Sá Pessoa;
e o pudim de Abade de Priscos da chefe Marlene, que assim à primeira vista pode parecer uma porção diminuta, mas é tão docinho que chega perfeitamente.
Cacau para quê... se nem gosto de leite?!?














