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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

PAVLOVAS

Foi no fim de junho que, no aniversário de uma amiga, comi uma pavlova de morangos feita por ela. Na verdade ela é uma cozinheira de mão cheia, não tenho a veleidade de querer equiparar-me, mas se me disse que era fácil é porque é. E vai daí que este verão tenha sido parcialmente passado em tentativas de fazer algo parecido e igualmente delicioso. Às vezes com a batota de comprar os suspiros já feitos - que também fica bom e dá muito menos trabalho - outras tentando fazer tudo by the book, ou seja, o suspiro por esta receita

De resto é só juntar uns 3 ou 4 iogurtes naturais (há quem prefira chantilly, mas pessoalmente considero o iogurte mais agradável e refrescante, tornando a sobremesa menos doce e calórica) e as frutas a gosto. Claro que os morangos e os frutos silvestres caem que nem ginjas neste topo, mas cerejas ou pêssegos em lata também. Tudo dependerá dos gostos de cada um e da estação do ano.

Fica a sugestão, para os mais gulosos e...

BOM APETITE!

§ - se alguém souber como evitar que o suspiro fique tão quebradiço, agradeço a informação. 

terça-feira, 26 de julho de 2016

SANGRIA DESATADA

A culpa é toda da Libel: incita-nos a experimentar uma sangria destas, estamos desprevenidos sem alguns ingredientes em casa, depois com a correria do dia a dia passa-nos, até que chegam as férias. E a caloraça. E a companhia do melhorio, que aprecia uma bebida refrescante. E foi um desatar a fazer sangrias, que nem vos conto...

Nas experiências seguintes, na de espumante com frutos vermelhos puseram-se os frutos vermelhos (frescos ou congelados) a macerar com duas colheres de sopa de açúcar amarelo e um pau de canela durante uma meia hora, juntou-se uma garrafa de espumante meio-seco, cerca de 250 ml de gasosa (tipo 7up ou sprite) e gelo na hora de servir. É questão de provar para verificar se está ao gosto do freguês - há quem goste mais (ou menos) doce.

Na de vinho verde seguimos esta receita, mas sem sumo de laranja, limão ou hortelã. Ficou igualmente boa, mas tal como a anterior não precisava de tanta fruta.

Foi ou não uma sangria desatada? E não me parece que tenha parado por aqui!

sábado, 17 de agosto de 2013

QUE GRANDE GALO!

Num alegre convívio de fim de tarde - entre amigos que vão e vêm de férias - às tantas o tema da conversa incidiu no galo de Barcelos. Um deles, que andou a passear pelo Norte do país, referiu que tinha passado um ou dois dias em Barcelos e que tinha visto milhares deles à venda. Dos tradicionais, em todas as cores, e outros que ele denominou de "criativos mal dispostos". Segundo ele, as figuras são feitas em barro pelos oleiros da região, mas depois são pintadas e decoradas por outros - e se a maioria segue a pitoresca tradição, há quem os pinte todos só de um tom, ou com riscas, em jeito de bandeira (nacional ou estrangeira) ou até à vontade do freguês. Ainda há quem os faça de feitios mais inusitados, com 3 bicos ou mais (ou menos) não sei o quê. Ainda nos rimos com a historieta... 

Como sou curiosa destas novidades, lá fui espreitar os galarós e garnisés "estilizados" de outras formas e feitios - via net - e deparei com uma forma ainda mais criativa de divulgar a cerâmica da região: um galo de Barcelos "astronauta".

A experiência foi bem sucedida, mas esperemos que fique por aqui! Quando não, vão chover galos destes do céu e outros galos cantarão... no toutiço dos (mais) desprevenidos!

BOM FIM DE SEMANA PARA TODOS!

Imagem da net.

domingo, 10 de março de 2013

E O LONGE SE FEZ PERTO?

Depois de uma longa confraternização, a minha "amiga" vai ter algum descanso. A reforma não será já a seguir, ainda vai ter muito que calcorrear pelo caminho, mas a sua substituta já se aprontou para lhe ocupar o lugar. Esta também terá de demonstrar todas as suas reais capacidades, para nos adaptarmos condignamente à mudança. Para começo de conversa, experimentei um brevíssimo passeio junto ao rio. Breve até pela ventania que se fazia sentir, mas esse é mero pormenor... 

Como me dei com ela? Ela é de 'olhómetro', tem uma visão muito mais avançada que a minha, mas acredito que o convívio com a nova máquina fotográfica melhorará significativamente. Zoomámos para cá e para lá, com o Cristo-rei a tentar ser o centro da objetiva (sem qualquer intuito religioso, entenda-se!), mas, enfim, não se pode dizer que o resultado fosse brilhante: 

Também não restam dúvidas que o meu sexto sentido (sétimo, oitavo e nono?) está mais virado para a livralhada e quando falam dalguma enigmaticamente (ou a fazer "caixinha", que dá no mesmo!), fico com as "antenas" no ar e viro uma verdadeira fera na pesquisa. Se o dito "livrito" até está pendurado na estante melhora um pouco e o "brilharete" em desafios alheios é certo! Ou julgavam que aqui morava uma grande intelectualóide?

Desfeito o equívoco, acrescento que adoro a criatividade dos desafios, cada vez mais difíceis, com a net a dar (quase) todas as respostas. Mas aprender a brincar nunca fez mal a ninguém...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

SALSA E COMPANHIA!

Se bem se lembram, após ter plantado salsa num vaso com enorme sucesso - floresceu e usei na culinária doméstica durante vários meses - em novembro passado resolvi repetir a experiência, desta vez indo mais longe e lançando à terra sementes de alface e de tomate, para além das ditas de salsa. Como também referi, trata-se de uma mini-plantação caseira, já que não tenho quintal, varanda ou terraço para expandir a "produção"...

Como quase todas as experiências de leigos, algumas coisas que correram mal e outras bem. A primeira coisa que correu mal (e isto soube pelo Kim, já perito nestas lides) foi juntar todos os restos de terra que tinha e despejá-la nos vasos - segundo ele, convém que a terra seja "fresca". A segunda foi a alface: a primeira a rebentar, mas não sei se por excesso de sementes revolveu completamente a terra, os pequenos caules emaranharam-se todos uns nos outros e, quando os pés de tomateiros e a salsa despontaram, já estavam meio a cair para o lado. Até tombarem de vez, sem remédio! A salsa demorou mais tempo a crescer - quiçá se por causa da terra se devido à menor exposição solar - mas já está pronta a consumir. Falta agora a parte mais difícil - a necessária transferência dos tomateiros para outro vaso mais espaçoso, de modo a possibilitar o seu desenvolvimento (na esperança que deem frutos), tal como vem explicitado na embalagem. Uma coisa é certa: apesar do desaire com as ex-futuras-alfaces, não deixa de ser gratificante ver as plantas crescer!

Entretanto, por puro acaso fiquei a conhecer um projeto camarário de hortas urbanas, que foi implementado aqui na junta de freguesia de Benfica, vai para ano e meio. Julga uma pessoa estar a par do que se passa na sua terrinha, para um dia deparar com isto, mesmo em frente ao CCColombo:

Denomina-se "Parque Hortícola da Quinta da Granja" e a explicação mais detalhada encontrei-a no blogue "Retalhos de Bem-Fica". Mas uma iniciativa autárquica a aplaudir, sem dúvida, a avaliar pelos resultados visíveis. E também para não dizerem que só critico os políticos cá do burgo...

Colagem fotográfica das várias fases da experiência e fotografia do parque hortícola.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

TUDO LHES ACONTECEU...

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Acertaram Pedro Coimbra, Maria, Luma Rosa, Rosa dos Ventos e Rui da Bica

Suponho que não é muito fácil adivinhar quem foi esta personalidade, na foto ainda nos áureos anos 50 do século passado. Áureos para a sua carreira, bem entendido, já que como homem estava a iniciar um longo percurso no mundo das drogas pesadas, que lhe valeram numerosos dissabores...

Mas há que não confundir com esta personalidade, apesar das parecenças físicas:

Acertaram Catarina, Maria, Luma Rosa, Luisa, Rui da Bica, Kok e Vitor Fernandes; o Pedro Coimbra e a Rosa dos Ventos deram o nome da personagem que interpretava na série "Casei com uma Feiticeira", lá para os idos anos 60.

aqui imagino que já nos anos 60, altura em que ficou célebre pelo seu desempenho profissional. Sol de pouca dura, já que um grave acidente determinaria a sua dependência de tranquilizantes, que acabaram por afetar a sua carreira até ao final da vida.  

Trata-se de adivinhar quem foram os dois homens, ambos nascidos nos finais dos anos 20, parecidos fisicamente, mas com percursos e áreas profissionais diferentes. Bem sei que com pesquisa fotográfica rapidamente chegam lá - as fotografias são da net - mas desta vez vou fazer uma experiência inédita aqui no Quiproquó: moderar os comentários! Que vale apenas como experiência, não é para manter, tão só para verificar como funciona. Porque é assim que aprendemos, ou não é?

Portanto, com ou sem "batota" (relativa, porque não considero batota pesquisar com os "instrumentos" ao nosso alcance), podem chapar logo o nome de cada um deles... se souberem ou encontrarem!

Fica uma musiquinha, para todos aqueles que não conhecem o one and only Chet Baker, "Everything Happens to Me":


Obrigada a todos pela participação, incluindo à Ematejoca, Vício e Carlos Barbosa de Oliveira, que não se lembraram das personalidades ou não quiseram tentar!

Alterações a 10 de Janeiro de 2012: Legendas das duas fotos, os dois últimos parágrafos e o vídeo musical.

sábado, 10 de novembro de 2012

PLANTAR E COLHER!

No ano passado tentei plantar salsa e resultou, como se pode ver na fotografia! Tive salsa até julho, cortei toda antes de ir de férias, sem ninguém que regasse o vaso entretanto. Mesmo assim, no regresso a casa, ainda tinham rebentado uns pezinhos, que reguei e deram até setembro.

Logicamente, repeti a experiência. E, não satisfeita, juntei todos os vasos desocupados e destituídos das anteriores funções, para  novas plantações de "agricultora" doméstica. Se florescerem, a minha cozinha vai virar uma horta...

Depois conto tudo sobre o sucesso (ou insucesso) destas novas tentativas!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

UM DIA DE CADA VEZ...

Fotografia de Ian Britton.

Outubro foi mês de uma experiência inusitada aqui no Quiproquó: publicar um post por dia! Escusam de me explicar que quantidade não é sinónimo de qualidade, mas o objetivo principal era organizar-me um pouco melhor do que o habitual, numa espécie de triagem do que pode ser interessante ou não para publicação. Note-se que os textos foram escritos na hora, não foi um despejar de rascunhos antigos. Fiquei satisfeita com o resultado? Sim - foi maioritariamente positivo - e não, aqui e ali podia ter encurtado alguns textos  ou desenvolvido melhor outros...

Apesar da experiência não ser para prosseguir nos próximos meses (voltando ao ritmo de publicação "normal"), garanto que foi aprazível. Se uns gostam de cantar, dançar, pintar, cozinhar ou ouvir música, por exemplo, os meus tempos livres estão mais vocacionados para a leitura e a escrita, com breves incursões noutras áreas. "Getting some fun out of life" não é isso? 


Vantagem também é que quanto mais se escreve (ou tecla), mais facilidade há em exprimir ideias clara e sucintamente. Quando a intenção é essa!

CARPE DIEM, AMIG@S!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

P'RA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES!

Este ano, com tantas politiquices, indignações e preocupações práticas relacionadas, quase não falei de flores, se bem que tenha passeado por vários jardins, lisboetas e não só, como é habitual  em fins de semana sem chuva. Passeios sempre agradáveis para desanuviar a cabeça, sentar numa esplanada a ler ou a conversar e, claro, tirando umas fotos de caminho...

Estava a ouvir este "hino de outros tempos", na voz de Simone, quando me lembrei do esquecimento:


Por acaso, a Nina (que é uma autêntica conselheira no capítulo de colagens fotográficas, eheheh!) tinha acabado de me indicar um novo site fácil de usar. E toca de experimentar, obviamente! Com quê? Com algumas fotos de flores do jardim botânico de Madrid - que me tinham dito que era lindíssimo, e é, mas uma coisa é visitá-lo na primavera e outra quase no início do outono...

Começando pelo mais fácil possível, como na foto acima, ainda a tentar dominar a "técnica" (como se nota!), ou nesta, um pouco mais complexa, em que já deu para perceber o esquema um pouco melhor:

Quem diria, aqui há alguns anos, que poderíamos aprender tanta coisa na blogosfera e na net? Obrigada, Nina

terça-feira, 24 de julho de 2012

LOIRO ESCURO?!?

Há muitos anos que uso madeixas, em duas tonalidades: loiro e cor de avelã. Como o cabelo com que nasci é castanho escuro, gosto de ver um contraste um pouco mais claro e sempre dá para disfarçar os poucos brancos. 

Quer dizer... dava! Este ano os brancos têm proliferado - nem me posso queixar muito, que a maior parte dos meus amigos possuem uma coleção muito maior, sendo da mesma idade ou até alguns anos mais novos! - mas a solução deixou de existir. Nada me move contra cabelos brancos, obviamente, mas há uma fase entre a cabeleira escura e a multiplicação dos brancos muito pouco simpática. Ou seja, o cabelo, não é escuro, nem claro, nem grisalho, muito menos quando ainda se tem umas pontas alouradas ou acobreadas das últimas nuances, no Natal passado. Nem consta que as cabeleireiras façam milagres...

Vai daí que a opção, aconselhada por algumas amigas que estão na mesma fase ou já passaram por ela, foi dizer adeus aos reflexos e encontrar um champô colorante que lhe desse um tom uniforme - e não, não quero pintar profissionalmente, por muitas e variadas razões! Como me avisaram que as tonalidades normalmente são (muito) mais escuras do que surgem  nas embalagens ou no respetivo mostruário, escolhi um loiro escuro, embora com algum receio de virar loiraça! 

Reservei a experiência para férias, não fosse dar mau resultado, até porque é suposto o produto desaparecer ao fim de várias lavagens. Com sol, praia e piscina também podiam surgir outros efeitos, porque cada cabeça seu cabelo. OK! A ideia até era champôzar em Lisboa um ou dois dias antes, mas aí o produto alertava para a necessidade de efetuar um teste (para precaver alergias), obrigatoriamente com 48 horas de antecedência. Passado esse prazo, mal tinha assentado bagagens, toca de avançar e experimentar.

Não há dúvida que o tom está mais uniforme, mas loiro escuro?!? Castanho escuro, as always! As nuances desapareceram, mas os brancos estão no mesmo sítio - que o tal de ton sur ton afrancesado, que garantia o seu  cobrimento (que mal que isto soa!),  também deve ser para francês ver. Como portuguesa não vi ou então é o espelho que tem defeito...

Será que se tivesse usado isto, o efeito não era idêntico?


Mas vá que não se perdeu tudo, porque o que não ganhou em cor, ganhou em brilho e textura mais macia e sedosa. O que em tempo de férias soalheiras... também se agradece!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

À BEIRA...

... de um ataque de nervos, ou de qualquer coisinha pior, virei croma! Ou, melhor dizendo, Chrome! 

Como quase sempre, as primeiras experiências e tentativas foram bem sucedidas, falta seguir em frente com a música tocada pelo novo "maestro"! Começando pela última, que não consegui "tocar" aqui:


Começar de novo, significa que vamos sempre aprendendo... muitas vezes, sem ser da maneira mais fácil! Importante, é a aprendizagem em si... 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

PARA DAR E VENDER...

OK, não vou vender, é apenas força de expressão! Lembram-se deste post? Já lá vão uns meses e, francamente, a certa altura julguei que a minha experiência de agricultora doméstica ia resultar num enorme fiasco! Enfim, sempre dava para o "investimento" inicial, mas a salsa começou a surgir aos tufinhos, supus que não passasse disso. Para umas omoletes e pouco mais...

Enganei-me redondamente: este ano ainda não comprei salsa! A fotografia foi tirada há cerca de um mês e já tinha usado na culinária caseira uns bons ramos. O vaso continua praticamente na mesma, à parte um pé ou outro que secou, que vou retirando o mais meticulosamente possível. Mas, surpresa das surpresas, onde já cortei têm voltado a florescer novos ramos. Portanto, antes que seque sem uso ou proveito para ninguém, vou desfalcar o vaso e distribuir ramalhetes de salsa por toda a família. E ainda vai sobrar!

Fica o resumo fotográfico da minha experiência na plantação de salsa:

Dá para entender o meu desconsolo inicial? Ah, e ainda tive de levar com a malta a gozar comigo, que me tinha enganado no pacote das sementes, que aquelas não eram de salsa nem aqui nem na Cochinchina... Eram sim! Esclareço também que mais tenra e com um sabor bastante mais intenso do que a que se encontra à venda. Resumindo: foi uma experiência bem sucedida, que vou voltar a repetir! (quando esta acabar, logicamente...)

BOM FIM DE SEMANA E DIVIRTAM-SE!
 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

AI, A MINHA SALSA!

Dois posts seguidos sobre botânica, é dose! Mas o que é que querem? O livro que estou quase a acabar de ler, de um escritor laureado com o Nobel, tem sido um sacrifício a cada página e até é fininho! (descansem os admiradores de Saramago, que não é dele!)  Num périplo pelo cabeleireiro, nalgumas lojas e a fazer uma reclamação fundamentada numa compra on line, os funcionários demonstraram como qualquer um pode ser uma visita inoportuna e como os negócios vão tão bem, que nem precisam de clientes... E quando se regressa a casa, com a carga da má-disposição alheia, descobre-se que a grande discussão na AR é a conjugação do verbo marimbar? 

OK, estou de volta à salsa! Que vista na foto acima nem está mal de todo mas, na experiência em si, teve bons e maus momentos: as sementes revolveram a terra, abriram lanhos, só brotaram parcialmente; as regas foram fatídicas para os rebentos mais frágeis, muitos esmoreceram e outros, a lutar pela sobrevivência, emaranharam-se e não resistiram, apodrecendo no caminho. Porque será que esse percurso não me parece nada estranho? Para não restarem dúvidas, a colagem dos vários momentos fotográficos simplifica:
Mas, claro, ainda não desisti! E até posso afirmar que a experiência resultou parcialmente! Conclusão? Não tem! Excepto a óbvia que os seres humanos não diferem muito da salsa... o seu saudável desenvolvimento depende do terreno onde cai a semente!

BOM FIM DE SEMANA PARA TOD@S!