quarta-feira, 11 de maio de 2011

ÁGUA PARA ELEFANTES

O idoso Jacob Jankowski (Hal Holbrook) é encontrado a deambular nas imediações de um circo, após o espectáculo, aparentemente por se ter perdido do grupo do lar de 3ª idade que o transportou até lá. O director do circo leva-o para a sua roulotte, enquanto tenta contactar alguém do lar. É aí que o homem lhe começa a contar a história da sua vida, de como em jovem e futuro veterinário acaba por se juntar a um circo, para sobreviver, em 1931, durante os anos da depressão e da "lei seca" nos EUA: de ascendência polaca, seguia as pisadas do pai, também ele veterinário, até que num brutal acidente automobilístico perdeu ambos os progenitores. Como se não bastasse, um gerente bancário avisa-o que a casa onde vive pertence ao banco, já que foi hipotecada para lhe pagar as propinas universitárias. Assim, sem família e sem nada de seu, acaba por apanhar um comboio à toa, "residência" habitual de um circo ambulante.
Jacob (Robert Pattinson) deita mão a todos os serviços que lhe são confiados, até que o director do circo, August (Christopher Waltz), se apercebe da sua experiência veterinária, quando detecta que um dos cavalos conduzidos pela sua mulher Marlena (Reese Witherspoon) precisa de ser abatido, sendo o número dos cavalos a grande estrela do programa circense. Contudo, depressa compreende que atrás de uma fachada de simpatia, August é um homem impetuoso e violento, que não perdoa a quem o enfrenta ou resiste aos seus ditames...


Um drama realizado por Francis Lawrence, que teve o condão de me agradar, mesmo não sendo apreciadora das artes circenses!

Imagem de cena do filme, da net.

terça-feira, 10 de maio de 2011

7 MARAVILHAS DA GASTRONOMIA PORTUGUESA?!?

Está em curso uma votação para apurar quais são as 7 maravilhas da gastronomia portuguesa, como podem comprovar ao clicar no link. Pessoalmente acho piada a estes concursos e até costumo votar. Mas desta vez cheguei tarde: já estão escolhidos os 21 finalistas, distribuídos por 7 categorias - entradas, sopas, mariscos, peixe, caça, carne e doces. Como é evidente, fui espreitar quais os 3 eleitos por cada categoria. E, surpresa das surpresas, o famoso cozido à portuguesa não consta do cardápio!
Pronto, bem sei que muita gente não é apreciadora (quase nenhuma criança o é, por exemplo), mas sem dúvida que é um prato tradicional servido de norte a sul do país, com mais ou menos nuances regionais. Até nos Açores há uma versão, se bem que essa nunca provei, não faço ideia se é semelhante. Mas curioso também é verificar quais os 3 pitéus de carne que chegaram à final - chanfana, leitão à Bairrada e tripas à moda do Porto. Cozinha típica e regional será, com imensos fãs, mas para além do cozido, o cabrito assado, a dobrada, a carne de porco à alentejana, entre tantos outros que habitualmente se encontram nos menus dos restaurantes de Portugal, todos foram ignorados?
E o que dizer dos pratos de caça, com coelho do Porto Santo à caçador ou perdiz de escabeche de Alpedrinha? E o xarém com conquilhas, nos mariscos? O bacalhau à Gomes de Sá e o polvo assado no forno são mais característicos do que o bacalhau assado com batatas a murro ou com natas, no capitulo dos peixes? OK, figuram lá a bela sardinha assada e o caldo verde, companheiros de todas as festas populares, o inigualável queijo da serra ou os pastéis de bacalhau (estes últimos como entradas). Mesmo assim, esta "ementa" parece um roteiro de viagens por continente e ilhas, custando a engolir que corresponda às preferências culinárias da maioria dos portugueses... dentro ou fora de casa.
Não podendo votar no cozido à portuguesa (e adoro leitão), não voto! Bem sei que a sardinha me perdoa...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O LIVRO DA AVÓ ALICE

Decorreu na passada quarta-feira o lançamento d' "O Livro da Avó Alice", de Alice Vieira, no restaurante do "El Corte Inglés" em Lisboa, com apresentação de Ana Bola, numa sessão alegre e divertida, que começou um pouco atrasada. Razão? Pois, a ilustradora resolveu telefonar a avisar que estava ligeiramente atrasada e, para mal  dos seus pecados (e da sua bolsa), em plena condução do seu carro, mesmo à frente de um polícia. Resumindo: foi multada e o lançamento iniciou-se antes dela chegar!
Ana Bola afirmou que o tinha lido numa penada e apelidou-o de livro anti-crise, uma vez que nas suas páginas grassa  uma boa disposição contagiante. Por sua vez, a autora explicou que nunca pretendeu arranjar fórmulas ou manuais de ajuda a outras avós como ela, apenas abrir um pouco as portas da sua casa, quando os netos a vão visitar. Um livro de diversos recuerdos, como se pode constatar da sua leitura...
Devo esclarecer, desde já, que fui ao lançamento por amizade, não estando particularmente interessada na leitura deste livro - ainda não sou avó, o meu filhote já está crescido e das minhas 4 sobrinhas só a mais nova ainda não tem uma "vida social" muito activa longe dos "cotas" -,  e também porque a minha mãe (avó dessa neta mais nova) estava interessada em lê-lo, pelo que comprei o livro para ela, pedindo um autógrafo à escritora a condizer. Mas, como a cusquice sobre novos livros mora aqui, não deixei de o folhear: o prefácio da neta Adriana, a mais "crescida" dos quatro irmãos, a introdução, vista de olhos pelas ilustrações e desenhos, "deixa cá espreitar o primeiro capítulo", e pronto, as seguintes 177 páginas passaram num ápice!
Enganadoras, por sinal, que a letra é bem grandinha (para aquelas avós que ainda fingem que não precisam de óculos - mas que, no meu modesto entender, deveria ser extensível a todos os livros, porque as letras miudinhas de muitos calhamaços não contribuem para a melhor visão de ninguém) e os múltiplos desenhos da prole e as ilustrações também ocupam o seu devido espaço.
Gostei essencialmente de não arvorar moralismos bacocos, se bem que denote uma fragilidade inerente a quase todos o seres humanos: "É por isso que ao olhar para os meus netos - tal como em tempos ao olhar para os meus filhos - percebo que a nossa vida se estende muito para lá de nós próprios, e que enquanto habitarmos a sua memória e o seu coração, seremos eternos."
Para além disso, as ilustrações de Patrícia Furtado também são muito giras, como por exemplo esta:


De resto, para todos aqueles que são avós, pais, tios, etc., e a quem de vez em quando falha a ideia de  como entreter a criançada, o livro dá a conhecer algumas brincadeiras idealizadas e postas em prática pela escritora e pela sua filha, Catarina Fonseca, nos dias em que a casa da avó era (e é) "invadida" pelos jovens piratas e princesas da família, em busca de um "palco" onde dar asas à sua imaginação e a momentos inesquecíveis de convívio e alegria... (quer dizer, sugestões essas que podem servir de base a outras brincadeiras, mas desde que ninguém se importe de arredar um móvel ou outro, para dar espaço à miudagem!)
Um bom presente para vovós modernas (e não só)!

sábado, 7 de maio de 2011

OS CHAPÉUS DO CASAMENTO (resultados)

Após a "renhida" votação nos chapéus exibidos no casamento de Kate e William, aqui propostos a concurso, foram encontrados os que mais agradaram e desagradaram aos comentadores habituais do Quiproquó. 
Assim, entre os mais elegantes e glamorosos, o 1º lugar, com 24 pontos, coube a:

Sophie Winkleman,  uma actriz britânica, casada com um primo em 2º grau da rainha Isabel II, Frederick of Windsor, o que lhe confere o título de lady.

A 2ª classificada, com 17 pontos, foi Letícia Ortiz, mulher de Filipe de Bourbon, príncipe herdeiro do trono espanhol.

Em 3º, com 12 pontos, Charlene Wittstock, nadadora olímpica e noiva do príncipe Alberto Grimaldi, do Mónaco.
Já no que se refere à votação sobre os que todos consideraram mais feios e ridículos, em que aliás mais gente votou, houve quase unanimidade:

O 1º lugar, com 44 pontos, para a princesa Beatriz de York - ao contrário do que alguns alvitraram, não acho a rapariga feia, mas o seu enorme mau gosto para se vestir (e para escolher chapéus) não ajuda muito a que "brilhe"...; 

o 2º, com 24 pontos, para Tara Parker Tomkinson, apresentadora de televisão e 'socialite', que não viu o seu "quico" apelidado de "barco na cabeça" ou "vagina azul";

em 3º, e por último, com 18 pontos,  a princesa Ana de Inglaterra. 
Obrigada a todos os participantes nesta votação, espero que se tenham divertido a dar os vossos palpites sobre estas cabeças coroadas... de chapéus!
Continuação de um bom fim de semana para todos e, por falar em chapéus, não se esqueçam do vosso em casa! O de chuva, está claro!

Imagens da net.
        

sexta-feira, 6 de maio de 2011

TELHADOS BAIXOS

Não sei se esta expressão de "telhados baixos" é comum, lembro-me de a ouvir inúmeras vezes em criança pela voz da tia Marita (e depressa adoptada por quase toda a família), quando a conversa era mais "picante" e eu e a minha irmã andávamos por perto. Quer dizer, o "picante" da época era muito relativo: casais que se separavam, mães solteiras, mulheres que se suspeitava andarem na "má vida" e assim. Mas não era de bom tom falar desses assuntos perante as meninas! A expressão tinha o condão de nos irritar solenemente, porque cedo percebemos que se tratavam de assuntos censurados aos nossos ouvidos... 
Curiosamente, não tiveram maneira de evitar sabermos que um dos nossos vizinhos tinha sido preso pela PIDE - nessa noite, duas das suas filhas mais novas, com quem brincávamos na rua frequentemente, bateram à nossa porta a convidar-nos para um "baile" de despedida. Nem sei como a minha mãe deixou, mas certo é que fomos ao nosso primeiro "baile", que além delas e dos outros quatro irmãos que viviam no apartamento, tinha lá a maltosa quase toda da rua, um gira-discos a tocar... e chegava para a "festa". Só a filha mais velha, que na altura teria os seus 16 anos ou coisa e tomava conta de toda aquela miuçalha, parecia um bocado chorosa e preocupada, mas também dançou como os restantes convivas. As despedidas não pareceram "para sempre", mas no dia seguinte não voltámos a encontrar nenhum dos filhos do "revolucionário", distribuídos por familiares e instituições - como soubemos uns dois ou três anos mais tarde, ao encontrar precisamente as nossas amigas, felizmente juntas em casa de uma tia, em Sesimbra.
Claro que agora os tempos são outros, os putos recebem informação em catadupas via televisão ou internet, não há "telhados baixos" para ninguém, inclusivamente os pais não poupam os filhos das suas próprias preocupações. Mas quando uma amiga minha coloca no FB a pergunta de uma catraia pequena à sua mãe (amiga dela, note-se!), dá para pensar o porquê de passarmos de 8 para 80:
- Oh mãe, achas que quando eu tiver filhos a crise já passou?

BOM FIM DE SEMANA PARA TODOS!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

MANHÃS GLORIOSAS

Becky Fuller (Rachel McAdams) é uma jovem assistente de informação televisiva que ambiciona chegar a produtora, mas quando tudo indica que vai conseguir o lugar é despedida. Sem vida própria para além do trabalho incansável, acaba por conseguir uma vaga de produtora numa televisão nacional, num horário madrugador e de pouca audiência, mas depressa descobre que a equipa que vai liderar é desorganizada e pouco coesa, o que se deve também às constantes mudanças dos produtores. O próprio pivot do programa, um narcisista com mania de engatatão, dá-se ao luxo de nem aparecer nas reuniões, pelo que ela o despede, perante o espanto e aplauso de todos. Arranjar substituto não é tarefa fácil, dado o orçamento limitado de "Daybreak", até que ela descobre que um conceituado e premiado jornalista do canal, Mike Pomeroy (Harrison Ford), se encontra "na prateleira" da estação, sem estar ligado a nenhum projecto. Com o apoio do seu chefe Jerry Barnes (Jeff Goldblum) consegue contratá-lo, mas dado o seu imenso percurso jornalístico em temas sérios, este não está pelos ajustes de noticiar trivialidades.
Por seu turno, Coleen Peck (Diane Keaton), a outra pivot do noticiário matutino, acaba por apoiar a jovem dinâmica e entrar em conflito com o parceiro, por vezes diante dos ecrãs, e as audiências sobem. Mas não o suficiente para alcançar a de outros canais no mesmo horário e a administração decide terminá-lo dentro de seis semanas. Aí, a jovem produtora engendra um plano, dando tudo por tudo para evitar esse descalabro, correndo ainda o risco de "espantar" o seu recente namorado, Adam (Patrick Wilson)...
'Luqueétedetreilar', como dizia o outro:
Se de princípio a jovem protagonista parece um bocado irritante com os seus tiques de workaholic, a partir de certa altura o riso é incontido: chorei a rir!!!
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Last but not least, para quem ainda não votou nos chapéus do casamento real, ainda vai a tempo.
Votar em comentário aqui.
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Imagem de cena do filme da net.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

CHAPÉUS, HÁ MUITOS!

Os casamentos britânicos têm uma nuance que me fascina: os chapéus das convidadas! Ora num casamento real, como o da passada sexta-feira, não faltaram os obrigatórios chapelitos da realeza, aristocracia e restante jet-set. Imagino que todos a custarem os olhos da cara, mas se em alguns casos se exibiram com a elegância e o glamour adequados ao rosto e à personalidade da portadora, noutros suscitaram risos e sorrisos pela falta de espelho em casa das cabeças onde repousavam (ou nem isso!). 

Como imagino que quase todos conhecem  as ilustres protagonistas da primeira fotografia, nem sequer é um desafio para enunciar o nome de cada uma. Aqui, o que se propõe, é uma votação nos 3 chapéus  que mais gostam e nos 3 que acham mais ridículos (sim, porque no meu modesto entender de moda, também os há! LOL).

São 19 ao todo, entre os 12 primeiros - que podem numerar da esquerda para a direita e de cima para baixo - e os restantes que seguem a ordem de 13, 14, etc. e tal...  (na última foto são 2)

Claro que nestas coisas ter uma cara jovem e laroca ajuda um bom bocado, mas aqui só se pretende analisar os chapéus em si - gostar ou não gostar é a questão!

Não se preocupem que nem a família real inglesa, nem as restantes europeias e ainda menos o jet-set britânico costumam passar pelo Quiproquó, de modo que a vossa opinião não vai melindrar ninguém ou ferir susceptibilidades... 

Quanto à votação, é descendente: o que mais gostam 1º (seguindo-se o 2º e o 3º); e igual para os que menos gostam. As pontuações serão de 6, 4 e 2, para as contas serem mais fáceis.

Ah, e claro que também voto no final! Para quem não gostar destas votações, espero que pelo menos se divirtam a ver os aristocráticos  chapéuzitos...
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ADENDA a 5 de Maio: Aceitam-se votações até às 00:01 horas de Sábado, dia 7 de Maio. Ou a clarificação das já efectuadas... 
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Imagens da net.

terça-feira, 3 de maio de 2011

OS HOMENS DO PRESIDENTE...

... mataram Osama Bin Laden! Ou, pelo menos, foi isso que Obama anunciou ao mundo, com a população mundial a regozijar-se da façanha em múltiplas comemorações de alegria. O que se compreende, dado que era um dirigente da Al-Qaeda, organização terrorista que fez muitas vítimas inocentes em todos os cantos do planeta.
Até aqui nada de especial a estranhar - para além do homem já ter sido dado como morto anteriormente, sem provas que o confirmassem. Mas as notícias que se seguiram suscitaram uma série de dúvidas:  foi abatido com um tiro na cabeça no local onde supostamente se refugiava, próximo da capital paquistanesa, nas televisões e na net não faltaram fotografias da casa ou do quarto ensanguentado pelo tiroteio; até surgiu uma imagem do "morto", mas que prontamente foi dada como falsa, fruto de um photoshop mais-que-manhoso; fotografias do corpo não há, nem se sabe se serão divulgadas, por questões de segurança (?!?); consta que os americanos fizeram um teste de ADN para comprovar que era mesmo Bin Laden (por comparação com o de uma irmã já falecida - entre os seus cerca de 60 irmãos, segundo a wiki) e atiraram o corpo ao mar...
Não sei se são os jornalistas que andam à toa ou se convinha agora revelar a morte do fulano (com grande protagonismo americano e algumas vantagens inerentes) ou se uma realidade confusa ultrapassa toda a nossa imaginação.

Só sei que toda esta história me parece muito mal contada, apesar de comentadores e políticos de todos os quadrantes alinharem nela. Para já, que ainda vai rolar muita tinta e converseta!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

PEREGRINAÇÃO

Católicas fervorosas, as duas vizinhas combinaram ir a Fátima em Maio desse ano, em peregrinação. Uma já ultrapassara os 70, a outra andava lá perto. Raramente se ausentavam das redondezas do bairro lisboeta onde moravam, excepto em curtas férias à terra que as vira nascer. O calor apertava naquela Primavera, mas mesmo assim não desistiram do projecto, arrancaram de casa quase de madrugada. e puseram-se a caminho: seguiam movidas pela fé!
Após uma longa caminhada, chegaram a um restaurante famoso pela boa comida caseira, onde resolveram almoçar e retemperar as forças. Assim que entraram, afogueadas, suadas e já com os pés a reclamar do esforço, deram de caras com a nora de uma delas! Não tinham avisado ninguém das suas ideias peregrinas, de modo que a incredulidade e a surpresa do encontro foi simultânea. Esta saudou-as, mas  não se conteve e perguntou:
- O que é que estão aqui a fazer?
- Estamos a caminho de Fátima - respondeu a sogra, um pouco hesitante, perante o evidente espanto da nora, patente nos seus olhos arregalados. "Já viémos a pé desde Lisboa", acrescentou a amiga, com uma ponta de orgulho. O silêncio durou apenas alguns segundos.
- E o seu filho sabe disso? - as mulheres engasgaram e não deram resposta imediata, pelo que opinou - Certamente não vai gostar nada. Ainda por cima com esta caloraça, já viram?!
Apesar de preocupada com esta peregrinação, com vários compromissos profissionais agendados para aquela mesma tarde, não teve outro remédio senão despedir-se das senhoras, alertando-as para eventuais perigos (leia-se, dando-lhes uma ligeira "descasca").
Nunca se soube ao certo a conversa que se seguiu entre as duas crentes! Mas, depois do lauto almoço, apanharam a camioneta, em Vila Franca de Xira,  de volta a casa...