terça-feira, 26 de abril de 2011

ENGANA-ME QUE EU GOSTO

Prestes a casar com uma mulher que o traía, Danny, um jovem médico, ouve a conversa da noiva e desiste do casório. Nessa mesma noite, a embebedar-se no balcão de um bar, rola a aliança que deveria ter usado no anelar, ainda traumatizado com o acontecimento. A mulher que se senta ao seu lado também parece ressabiada com a vida, mas ao perceber que ele é "casado" muda de atitude e tenta consolá-lo. E, a partir daí, ele não deixa de usar esse estratagema para "engatar" mulheres, sem compromissos de maior, uma vez que desempenha sempre o papel de pobre vítima de "esposas" drogadas, alcoólicas, violentas, ninfomaníacas, etc. e tal, num rol infindável à conta da sua fértil imaginação.
Uns 10 ou 15 anos depois, continua com aquela farsa, até que se apaixona "à primeira vista" por uma jovem de 20 e poucos anos. Mas esta não vai em cantigas, quer que a futura ex-mulher (como ele afirmou), lhe confirme o divórcio de viva voz. Mesmo assim ele consegue convencer a sua assistente, do consultório de cirurgia plástica onde exerce, a fazer-se passar pela dita futura ex-mulher. Mas, num deslize dela durante o encontro, a "família" é acrescentada com mais dois filhos...
O realizador, Dennis Dugan, angariou um bom naipe de actores, onde figuram Adam Sandler, Jennifer Aniston, Brooklyn Decker e Nick Swardson, para além da participação especial de Nicole Kidman. Segue o trailer, para quem quiser espreitar:


É comédia? É! É previsível? Também! Mas dispõe bem e muitas vezes é isso que interessa no momento...

Imagem de cena do filme da net.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

ABRIL EM PORTUGAL

Que mais se pode dizer, que não tenha já sido dito e cantado, por músicos, poetas, intelectuais, e não sei por quem mais, sobre o o 25 de Abril de 1974?  As vozes de Paulo de Carvalho e de Zeca Afonso soaram na rádio, há 37 anos, e o Movimento das Forças Armadas saiu à rua a caminho da revolução. Com as armas, os tanques e os homens que por cá restavam, quando os outros andavam lá por terras de África, numa guerra inglória, sem fim à vista. E o povo saiu à rua e aderiu em massa, numa imensa e espontânea manifestação. Não era só a guerra que estava em causa, mas também o fim da ditadura e da opressão. Uma liberdade tantas vezes sonhada e, finalmente, concretizada!
Por mais erros e dislates da revolução de Abril, por mais incompetência, ganância ou sede de poder dos governantes que se seguiram, não suporto ouvir aquelas lamúrias insistentes de algum povinho ignaro: "Ai, antigamente é que era bom!" Era?!? Ora que pena não existir ainda uma máquina do tempo que levasse de regresso ao passado esses saudosistas, para um país em guerra, com a PIDE/DGS no encalço de todos os que se opunham ao regime, com trabalho quase escravo em troco de um salário miserável, em terras  onde nem sempre chegavam a água canalizada, os esgotos, a luz, o telefone, muito menos a televisão. E um analfabetismo da ordem dos 26%. Mas também para quê saber ler e escrever, se havia quem pensasse por todos nós?
Se há gente ingrata nesta terra, não alinho! Os riscos e perigos que capitães e soldados correram para nos conceder a liberdade é coisa que nunca se pode pagar. A não ser com uma eterna e enorme gratidão...


VIVA A LIBERDADE!

Imagem da net.

domingo, 24 de abril de 2011

A FASQUIA DOS 50...

... mil visitantes! O Quiproquó voltou a ultrapassá-la. Ou mais ou menos, porque o primeiro contador que aqui coloquei vinha com brinde: a partir de certa altura abria em simultâneo umas publicidades manhosas, que nem sei se entravam na contagem. Pior, todos que aqui passavam levavam com elas! Chateei-me com aquilo, apaguei-o e voltei à estaca zero, com o sitemeter, que está a funcionar sem problemas desde 28 de Junho de 2009. 
O contador é imprescindível? Não é! Mas de alguma maneira vai dando um  feeback diário ou semanal, mais exacto que o número de comentadores. Que por vezes passam de "raspão", sem tempo para respostas, sem inspiração ou sem vontade, à conta de um dia mais aziago... Acontece a todos, para quê dramatizar?
Agora que fiquei satisfeita por ultrapassar essa fasquia, desta vez mais credível, é certo!  E isso só posso agradecer aos comentadores, em particular, e aos visitantes em geral, com um MUITO OBRIGADA!
Continuação de uma Feliz Páscoa para todos...

Imagem da net.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

DEBANDADA!

Para todos os que vão debandar da blogosfera indecentemente, sem pedir autorização ou dar cavaco a ninguém, fica o aviso: o folar engorda, sabiam?!?

BOA PÁSCOA,
BOAS FÉRIAS,
BONS FERIADOS!
(é só riscar o que não interessa!) 

Imagem recebida por mail, de autor desconhecido.
(Obrigada, Paulinha!)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

SEIS DIAS, SETE NOITES

Quinn (Harrison Ford) é um piloto que possui um pequeno avião, com o qual faz o transporte de passageiros entre as várias ilhas de um arquipélago tropical, quando é contratado por Robin (Anne Heche) e Frank (David Schwimmer) - dois executivos nova-iorquinos em férias e a celebrar o seu recente noivado naquelas paragens. Contudo, a chefe de Robin pede-lhe para se deslocar a uma ilha próxima, para a editora da revista Dazzle cobrir um evento local, ao que ela acede. Para tal, contrata novamente Quinn para a deslocação, embora não simpatize muito com o homem. Na viagem são surpreendidos por uma tempestade e obrigados a aterrar de emergência numa ilha deserta... 
As aventuras e desventuras de ambos naquelas paisagens paradisíacas estão recheadas de acção, romance e comédia, no filme realizado por Ivan Reitman em 1998. Num "cinema" bem próximo, o televisor de casa, no canal Hollywood. Bem divertido, para quem aprecie o género!
Por acaso até vem a propósito de uma recente discussão sobre a importância da classificação da IMBd, já que o filme não passa dos 5,6 numa escala de 10, o que equivale a um quase medíocre. Será que alguém, no seu juízo perfeito, ruma ao cinema tendo em conta a avaliação de uma série de "críticos" desconhecidos? Enfim, já os conhecidos é o que é, assim não faço ideia... (após uma pequena amostragem, não é nada compatível com os meus próprios gostos, ai, ai!)

Imagem de cena do filme da net.

terça-feira, 19 de abril de 2011

A ÚLTIMA VÍTIMA...

Fotografia de Ian Britton

Para além de algumas pessoas terem sido eliminadas por não usarem o seu nome próprio, mas só o nick pelo qual são conhecidas (na blogosfera e não só!), o facebook tem feito outras vítimas.
Facto é que por lá notícias estapafúrdias circulam depressa, há quem alinhe em todas com um clique, sem ler ou saber o que está a subscrever. Tipo carneirada, só porque o amigo (que por vezes não passa de um ilustre desconhecido) pediu! Toca de ser simpático e alinhar em petições, páginas, grupos, causas, etc. e tal! Confesso que não sigo muito essas ondas, cada vez menos, é possível que inicialmente tenha aderido porque-o-pedido-era-urgente-e-importante!
Normalmente não gosto de jingles, mas o que é que tinha contra o da campanha publicitária do Pingo Doce? Nada, rigorosamente! Inclusivamente, alguns  músicos profissionais arranham mais a minha sensibilidade musical. Já os casos da Maitê Proença ou da Ensitel (a avaliar pela última loja onde passei, ainda estão "às moscas", mas nem sequer faço apologia disso), irritaram-me profundamente, por não lidar bem com arrogância e sobranceria. Acabaram por se desculpar, mas não deram valor à força do passa-palavra, em todas as redes sociais...
A última vítima é Fernando Nobre. Homem que quase todos admirámos (e ainda admiramos) pelo trabalho meritório desempenhado na AMI. Ninguém entendeu o porquê de entrar para a política. Um direito que tem, obviamente! Apoiou o seu amigo Mário Soares nas presidenciais de 2006, não se estranhou. Depois o Bloco de Esquerda, nas europeias de 2009, segundo o próprio "num programa que sempre defendeu". OK! Concorreu às presidenciais de 2011, como candidato apartidário, já a malta começou a desconfiar que empurrado pela família Soares, desejosa de uma vingançazinha antiga. O toque de requinte foi aceitar o convite de Passos Coelho, para cabeça de lista do PSD por Lisboa, nas próximas eleições. "Brincadeira" que o levou a fechar a sua página do FB, tantos foram as críticas, admoestações e insultos que recebeu!  (que agora já afirmam ser página institucional, mas também não interessa muito!)
Claro que ainda ninguém percebe inteiramente o fenómeno das redes sociais, mas considerar que se passa uma esponja no que se diz hoje, amanhã ou daqui a uma semana, é impensável.: há sempre alguém que sabe ou se lembra e, a multiplicar por muitos, o efeito de avalanche ou torrente só pode ser nocivo (principalmente para os incoerentes)...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

PILHAS (D)E JARDINS

Desta vez a passeata foi pelo Jardim do Torel, na colina de Santana (ou Sant'Ana), de onde se avista o Tejo, a baixa pombalina, os edifícios que ladeiam a avenida da Liberdade e até o arvoredo do Jardim de São Pedro de Alcântara, na colina quase em frente, dita de São Roque. E uma imensidão de telhados, evidentemente!
Viver numa cidade há tantos anos e não a conhecer minimamente, não faz sentido. Daí que o plano de visitar espaços verdes, miradouros ou outros recantos aprazíveis da capital portuguesa - tal como quando viajamos para um local desconhecido - já é uma decisão antiga. Nem sempre concretizada, por motivos vários e que não interessam nada agora. Acresce que Lisboa foi recentemente eleita por um guia de viagens on line como a 4ª cidade cidade mais bonita do mundo, logo depois de Veneza, Paris e Praga e antes do Rio de Janeiro, Amsterdão, Florença, Roma, Budapeste e Bruges. Opiniões que certamente não serão partilhadas por todos...
Voltando ao jardim, aparenta estar razoavelmente estimado, comparativamente a muitos outros que já visitei: umas falhas na relva e as inevitáveis águas esverdeadas e sujas nos pequenos lagos, onde as bicas entupidas ou inactivas se confundem com adornos de outras eras. Um desprezo constante dos responsáveis por estas áreas, certamente que não dos jardineiros, que provocam algum desencanto. Não sei se é um problema de cifrões ou de simples desleixo. Mas a esplanada é agradável e os restantes equipamentos e estátuas parecem cuidados.
Como de costume vou com a máquina fotográfica atrás, com pilhas sobresselentes para qualquer eventualidade. Se acreditasse em sinas ainda se compreendia, após a meia dúzia de fotos iniciais deram o berro. Troquei! E não é que das 4 sobresselentes só consegui tirar mais duas fotografias? Mas também quem me manda a mim comprar pilhas "Sony" nos chineses?! Fica uma das imagens possíveis, que não faz justiça ao espaço...

sábado, 16 de abril de 2011

UMA FATIA DE BOLO

O meu filhote faz hoje anos: 19, para ser mais exacta! Desta vez não haverá festa cá em casa, pois aproveitando as férias universitárias foi passar o fim de semana a Madrid com alguns amigos. Ficámos um pouco desiludidos, por coincidir na data, mas já se sabe que é mesmo assim, os filhos vão crescendo e abrindo as suas asas fora do ninho familiar...
Mas já não é a primeira vez que coincide estarmos fora de casa. Quando ele fez 8 anos viajámos no próprio dia para Londres, pois íamos ao casamento de um dos meus primos, alguns dias depois. A ideia era aproveitar a viagem para dar a conhecer a cidade aos miúdos: ele e a minha sobrinha! Com toda aquela azáfama, de malas para cá e para lá, de avião, de chegar ao hotel e pousar as bagagens quase ninguém se lembrou de falar no seu aniversário. Nem ele, excitado com a novidade! 
Após todas essas andanças, lá partimos para uma zona central de Londres, próxima de Marble Arch ou assim, percorremos algumas ruas a pé a ver montras em ritmo de passeio, com o objectivo de jantar nas imediações. Com a minha mãe, irmã e cunhado, putos e nós, éramos sete. Demorámos um pouco a encontrar um restaurante simpático e agradável, com preços acessíveis, a escolha recaiu num italiano.
Durante o jantar conversámos sobre os programas para os próximos dias, que incluíam o aluguer de um carro para nos deslocarmos ao local do casamento, em Cambridge, onde também pernoitaríamos e para o regresso a Londres no dia a seguir. Além de outros planos logísticos, como ida ao cabeleiro na véspera do evento, que ainda não sabíamos bem onde procurar (sempre nos tinham dito que eram carérrimos, o que deve depender de ser um "artista de nomeada" ou um mais simples de bairro, que sempre dá um toque melhor que o nosso, depois de sair do chuveiro).
Acabadas as pizzas, lasanhas e esparguetes levantei-me da mesa, como quem vai à casa de banho, mas na realidade fui falar com um dos empregados. Que por sinal era português, bem como um outro. A chatice é que não tinham bolos - que obviamente não pude levar - mas lá concordámos que uma fatia de cheese cake, ou lá o que era aquilo, podia manter a vela  e o "pauzinho de estrelas" em  cima, com os quais ia  precavida. Só para cantar os parabéns e festejar. Os empregados trouxeram as sobremesas e, no final, vieram os três com a fatia de bolo iluminada, a cantar os parabéns em português desde a cozinha, ao que nós juntámos a nossa cantoria. O rapaz nem estava a perceber que a "festa" era para ele, mas assim que entendeu a reacção dele foi inesperada - deitou a cabeça no meu colo e chorou emocionado! Ele, que nem nessa tenra idade simpatizava com lamechices. Soprou a vela ainda de olhos vermelhos, encantado com a surpresa!
Hoje, à meia noite, telefonámos para lhe desejar um dia muito feliz! E essa emoção momentânea voltou a transparecer na sua voz...

PARABÉNS, MEU QUERIDO!

ps - não lhe demos dinheiro para a viagem, ele "virou-se" com as mesadas, prendas de Natal e de aniversário, não sei se com um biscate que efectuou entretanto (ainda não lhe tinham pago) e uma organização atempada, que permitiu comprar os bilhetes de avião "low cost"  baratinhos!

Imagem da net.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

FEITIÇO DA LUA

Nas artes,

 nas ciências,

 nos sonhos, 

nas aventuras ou fantasias, a Lua sempre nos acompanhou,

 independentemente do tempo...

 ou do espaço.

Feiticeira perene nas nossas vidas e na dos nossos antepassados imemoriais, captada como nunca pelo fotógrafo francês Laurent Laveder, nesta mini-sessão fotográfica, longe de representar todo o seu trabalho. Para terem uma melhor perspectiva da sua arte, terão de visitar o seu site aqui.

Boas LUAS para todos!
(em férias, em casa ou no trabalho, ou somente de fim de semana!)

Imagens recebidas por mail.
(Obrigada, Michel e Gatinha!)