Os contos de fadas sempre deram asas à imaginação das meninas, oferecendo-lhes sonhos de que um dia seriam felizes para sempre, ao lado do seu príncipe encantado.
Quais eram as características dos ditos? Sem entrar nos pormenores das fatiotas algo “demodés” (para não dizer caricatas e um pouco amaricadas), eram todos membros da melhor fidalguia, ostentando as suas riquezas, um bocado entediados com a vida, passando os dias sem fazer praticamente nada, a não ser caçar ou andar a cavalo. Jovens, belos, simpáticos, supostamente cultos e inteligentes, bem-falantes, arrancavam suspiros a todas as raparigas casadoiras do seu reino. Mas eles nada, que estavam à espera do grande amor da sua vida. Até que um dia, num encontro, num sorriso, num pestanejar de olhos, numa dança, ficaram perdidamente apaixonados à primeira vista! – Não sei se isto traduz a sua inteligência, mas pronto...
Aí é que os príncipes se começam a revelar verdadeiros heróis, lutam com bruxas, magos, madrastas malévolas, monstros de várias cabeças, dragões, para chegar próximo da donzela amada e o final feliz surgir no horizonte.
Quando o conto de fadas acaba e se entra na realidade, convém não ter ambições tão desmedidas. Príncipes encantados não existem! Nem a maioria de nós, princesas em perspectiva, dá azo a grandes paixões ao primeiro olhar!
Somos todos apenas homens e mulheres, com os seus defeitos e qualidades, perfeições e imperfeições. Para quem não acreditar nesta verdade nua e crua, tem aí muito “sapo” para beijar. Aposto é que não o conseguem transformar...
*****
Este post é dedicado a todas as mulheres – que hoje não me estava a apetecer falar do Makukula, do Cristiano Ronaldo ou do jogo com o Cazaquistão! Mas também é óbvio que as “belas princesas” não são eternas, especialmente se passarem horas, dias, meses e anos, em frente ao tanque e ao fogão.
Quais eram as características dos ditos? Sem entrar nos pormenores das fatiotas algo “demodés” (para não dizer caricatas e um pouco amaricadas), eram todos membros da melhor fidalguia, ostentando as suas riquezas, um bocado entediados com a vida, passando os dias sem fazer praticamente nada, a não ser caçar ou andar a cavalo. Jovens, belos, simpáticos, supostamente cultos e inteligentes, bem-falantes, arrancavam suspiros a todas as raparigas casadoiras do seu reino. Mas eles nada, que estavam à espera do grande amor da sua vida. Até que um dia, num encontro, num sorriso, num pestanejar de olhos, numa dança, ficaram perdidamente apaixonados à primeira vista! – Não sei se isto traduz a sua inteligência, mas pronto...
Aí é que os príncipes se começam a revelar verdadeiros heróis, lutam com bruxas, magos, madrastas malévolas, monstros de várias cabeças, dragões, para chegar próximo da donzela amada e o final feliz surgir no horizonte.
Quando o conto de fadas acaba e se entra na realidade, convém não ter ambições tão desmedidas. Príncipes encantados não existem! Nem a maioria de nós, princesas em perspectiva, dá azo a grandes paixões ao primeiro olhar!
Somos todos apenas homens e mulheres, com os seus defeitos e qualidades, perfeições e imperfeições. Para quem não acreditar nesta verdade nua e crua, tem aí muito “sapo” para beijar. Aposto é que não o conseguem transformar...
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Este post é dedicado a todas as mulheres – que hoje não me estava a apetecer falar do Makukula, do Cristiano Ronaldo ou do jogo com o Cazaquistão! Mas também é óbvio que as “belas princesas” não são eternas, especialmente se passarem horas, dias, meses e anos, em frente ao tanque e ao fogão.