A caricatura tem mais de 3 décadas e é a que figura no meu livro de curso, de autoria de Francisco Zambujal, tal como referi um dia destes. Se há parecenças ou não, são outros 5 paus. No entanto, mesmo dadas as diferenças entre uma rapariga de 25 anos e uma mulher de 50 e tais, suponho que são algumas. A avaliar pelo espelho e pelo que as pessoas dizem...
terça-feira, 23 de agosto de 2016
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
O JUVENAL
Há publicidades que nos caem no goto. Como esta do Juvenal, que em vez de beber licor Beirão bebeu o que não gostou e ficou com cara de whisky. Ainda teve sorte, que encontrou a Tucha com cara de shot e assim só se estragou uma casa...
Anúncios parvos não faltam nas nossas televisões, mas este faz-me sorrir de cada vez que o vejo e fico com os olhos colados no ecrã a olhar para a cara do Juvenal, na ingénua esperança que ele desfaça aquele esgar de desagrado. Em vão, escusado será dizê-lo. E se isto não é uma publicidade bem conseguida, não sei qual seja...
E agora pergunto eu: qual ou quais são os vossos anúncios atuais prediletos?
terça-feira, 16 de agosto de 2016
A DECISÃO FINAL DO MAJOR PETTIGREW
Como alguns certamente estarão lembrados, este romance foi recomendado pela Catarina a 28 de junho deste ano, aqui.
Na altura fiquei entusiasmada com a sinopse e, com calma, fui bisbilhotando em livrarias e feiras de livros a ver se o encontrava. Fui bem sucedida - lá estava ele na feira do livro de Portimão, em saldo, a piscar-me o olho com o convidativo preço de 5,60 €.
Grande defensor dos valores tradicionais, o major Pettigrew leva uma vida solitária e pacata no campo, desde que enviuvou. As suas preocupações prendem-se com evitar as coscuvilheiras lá da terra, a futilidade e a ganância do seu único filho e a urbanização desenfreada que ameaça os arredores da sua casa. Mas parece que de repente tudo e todos se conluiaram para não lhe dar sossego...
A morte do seu irmão propicia uma amizade inesperada com a senhora Ali, uma paquistanesa também viúva e dona da loja da aldeia, que também atravessa um período crítico, com a família a querer decidir por ela o seu futuro. A solidão e o amor pela literatura aproxima o casal, mas a sociedade considera este improvável romance no dealbar da terceira idade como inadequado, dadas as diferenças culturais e religiosas. Será que eles arranjam maneira de ultrapassar todos os preconceitos ainda vigentes no século XXI?
Este despretensioso livro de estreia de Helen Simonson cedo se tornou num bestseller, por razões que me parecem óbvias: à ingenuidade enternecedora de um romance tardio alia-se um sentido de humor very british, um pouco cínico, mas certeiro e irresistível. Muito bom!
Citações:
"O Major desejava que os jovens não refletissem tanto. Parecia sempre dar origem a movimentos revolucionários absurdos ou, como no caso de vários dos seus antigos alunos, a poesia muito má."
"Não se fala de religião, de política, de sexo só através de insinuações, não admira que vocês os britânicos sejam obcecados pelo tempo, querido."
"Já se faziam as coisas mais espantosas no Oriente enquanto nós ainda andávamos a ver se aprendíamos a construir casas com paus e lama e a tentar encontrar ovelhas tresmalhadas. [...] Infelizmente, nada disso conta a menos que entreguem as patentes antes dos americanos."
sábado, 13 de agosto de 2016
AINDA ATUAL!
O cartoon de Francisco Zambujal é antigo, até porque o famoso cartoonista e caricaturista já morreu há mais de duas décadas. Nele podemos reconhecer Mário Soares e Álvaro Cunhal, figuras de proa da política nacional da época. Mas fora esse pormenor continua atual, ainda mais em fim de semana grande que engloba o feriado de 15 de agosto, enquanto uns vão e outros regressam de férias e Lisboa fica literalmente às moscas. E quem diz Lisboa, diz outras grandes cidades, obviamente.
Qualquer que seja o vosso caso, tenham...
UM MARAVILHOSO FIM DE SEMANA!
Imagem do facebook. (mas tenho uma caricatura minha realizada pelo caricaturista, nos meus tempos de faculdade...)
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
(AINDA) NAVEGANDO PELO ALGARVE...
As férias já voaram, mas ficaram as fotografias. Não estranharam não haver nenhuma de um barquinho? Ah, pois é, essa é uma coleção à parte. É que à falta de um bote verdadeiro de borracha, madeira ou acrílico, entretenho-me a fotografar os que topo nos arredores. Ou as suas representações...
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"Oops, este é de outro álbum, não pertence a esta coleção", pensarão os mais distraídos. Engano deles: as gaivotas da praia da Rocha andavam todas assim disfarçadas!
Este está definitivamente ancorado.
O de areia.
Evidentemente não podiam faltar os de azulejo: dois em casas particulares e um de um bar...
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Enfim, pode-se afirmar que andei literalmente a ver navios: uma mania como outra qualquer! Com a vantagem de ser barata e inofensiva para os demais...
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
O DOMADOR DE LEÕES
Estar de férias com um calor abrasador a ler um livro cuja ação se passa na Suécia em pleno inverno não deixa de ter a sua piada - eu a derreter e as personagens a baterem o dente. Foi o que aconteceu com "O Domador de Leões", o último livro de Camilla Läckberg editado em Portugal.
Sinopse:
Patrik e a sua equipa investigam o caso de várias adolescentes desaparecidas, que suspeitam ter tido o mesmo infeliz destino de Victoria Hallberg: esta ainda estava com vida quando saiu da floresta repentinamente e foi dar à estrada onde foi atropelada, mas evidenciava sinais de ter sido barbaramente torturada durante os 4 meses de cativeiro. Por seu turno, Erica também segue o seu rumo de investigações, que lhe parece estranhamente associado a Laila, uma mulher de meia idade a cumprir pena de prisão pelo assassínio do marido, mas que se recusa a falar do passado. Será que Erica e Patrik vão conseguir conjugar esforços e descobrir o criminoso?
Opinião:
Como todos os livros de Camilla, os crimes são particularmente violentos, pelo que nem todos os leitores de policiais os apreciam: não há cá Perry Masons a defender casos em tribunal com argumentos inventivos, nem deliciosas velhinhas a fazer tricot enquanto resolvem o crime lá da aldeia como se fosse um puzzle. Os tempos são outros e os crimes são puros e duros. Mas para os múltiplos fãs da escritora sueca é mais um policial de leitura compulsiva, desta vez a roçar o fantástico (no sentido do género). Gostei imenso do enredo, embora seja parcialmente previsível e o final me desiludisse um pouco...
Citação:
"«Se conseguires ter os pés e a cabeça quentes já te podes dar por satisfeito», dizia o avô. Gösta começava a compreender o que ele queria dizer: tudo consistia em não ter grandes pretensões."
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
ALGARVE "À LA MINUTE"
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Suponho que as fotos são suficientemente elucidativas do Algarve que encontrei este ano, com um tempo absolutamente fabuloso. Possivelmente menos notório será o mar de gente que o inundou, nacionais e estrangeiros, pessoalmente nunca o tinha visto assim - e vou todos os anos nesta quinzena. Convenhamos que a malta citadina ia um bocadinho stressada da silva, com a matula pouco faltou para que alguns desatassem à batatada, por um lugar no estacionamento ou por uma cadeira da piscina. Estes tugas são loucos, é o que é...
Portanto, há mar e mar, há ir e voltar em setembro (preferencialmente com menos gente e menos stressadinhos)!
domingo, 31 de julho de 2016
O QUE É BOM...
... acaba depressa. Para já, dizemos adeus à praia, à piscina, às esplanadinhas à beira-mar, aos mergulhos quando apetece, às petisqueiras em família, às invenções e experiências de novas sangrias, aos passeios na lagoa, ao bird-watching mais que amador, às leituras desbragadas até ser dia. Por agora, acabou. Mas em setembro há mais!
E não vou dizer que, em simultâneo, também não sabe bem voltar ao doce lar. Sabe, embora os bons momentos passados deixem algumas saudades. É a vida!
BOM DOMINGO!
(com ou sem férias...)
sexta-feira, 29 de julho de 2016
AS GÉMEAS DO GELO
E agora, aqueles que têm mais ou menos uma ideia das leituras que costumo apreciar, perguntam-me com algum espanto: mas porque é que vais escrevinhar sobre este livro, se o detestaste, com tantos livros empolgantes que leste nos últimos tempos (esta é só para aqueles que têm bola de cristal e usam turbante na cabeça, claro!)?
A resposta é simples: foi combinado num grupo de leitura do facebook os participantes lerem e darem a sua opinião. Hoje, às 11 da noite, hora à qual não sei se poderei estar em frente ao computador - daí ficar aqui com alguma antecedência, "transfiro" para o FB assim que puder. Dito isto, aviso desde já todos os eventuais interessados nesta leitura que este post contém SPOILERS, portanto é para parar de ler já!
Se há coisa que acho piada nos ingleses é aquela mania de que castelo, palácio ou mansão que se preze tem por ali um fantasma a cirandar. Mas se tem piada no reino da lenda ou de histórias contadas junto à lareira em noites de inverno, já não tem tanta quando para dar um final a um livro um bocado esquisitóide se tenta impingir o fantasma. Por mim, a credibilidade vai logo pelo cano!
Gémeas idênticas, Lydia e Kirstie têm 6 anos quando Lydia morre acidentalmente ao cair de uma varanda. Após a tragédia, Sarah e Angus Moorcroft, os infelizes pais das meninas, resolvem abandonar Londres e ir viver para o farol de uma ilha escocesa desabitada, que herdaram de uma avó, com Kirstie. E aí, pouco depois de se instalarem na casa em ruínas, a criança alega que os pais se enganaram, quem morreu foi Kirstie e o nome dela é Lydia. O que não lhe granjeia grande popularidade na nova escola, as outras crianças têm medo e fogem dela, excluem-na completamente das suas brincadeiras - isto quando não a perseguem ou acuam.
Enquanto a confusão da identidade da miúda (habituada a fazer parte de uma dupla) e o desgosto devastador dos pais soa a possível e até verosímil, o diálogo quase inexistente do casal e mesmo assim quase sempre recheado de mentiras começa a pesar ao longo das 314 páginas. Latente está também a questão da culpa no acidente. Sem se entender porquê. Angus bebe demais, Sarah é completamente desequilibrada, com tantas dúvidas e angústias - chega a crer que o marido é pedófilo, só porque a filha lhe diz que ele beijava a irmã com frequência. Mais adiante, lá para o final, descobre-se que ela teve uma grave depressão, que não se lembra de nada do acidente. Porque em vez de estar a tomar conta das filhas, estava enrolada com um fulano num quarto da casa, com a porta fechada. E as miúdas, curiosas com a novidade, resolveram trepar pela varanda e espreitar pela janela do quarto, quando uma se desequilibrou e caiu - e a outra ficou com o remorso de não ter tido força para a segurar...
Pronto, dadas estas explicações, que final dar a uma mãe "desnaturada" destas? A morte, evidentemente! E toca de pôr o cãozinho a fugir numa noite de tempestade, em que mãe e filha estão convenientemente sozinhas na ilha. Aterrorizadas, trocam confissões e acabam por abandonar a casa do farol rumo à segurança do continente, através de um lamaçal que lhes permite a passagem na maré baixa. Angus, preocupado com elas, apesar da enorme bebedeira, está a fazer o percurso em sentido inverso e parece-lhe ver uns vultos. Quando chega a casa só encontra Kirstie, encolhida a um canto. Então quem saiu de casa, de mão dada com Sarah, na noite da tempestade? A única interpretação possível é Lydia, a filha que morreu. Ou o fantasma dela, portanto. O corpo da mãe é encontrado no epílogo. "Milagre" é o cão ter escapado ileso... Tenham dó!
Nunca tinha lido nada de S. K. Tremayne ou de Tom Knox, ambos pseudónimos do escritor e jornalista britânico Sean Thomas. Embora entenda que haja quem goste do género de terror, não creio que este livro cumpra essa função - é demasiado soft para aterrorizar alguém. A escrita é acessível e até convida a ler, mas torna-se muito repetitivo e a "reviravolta" final é bastante incongruente. E meio a dar para o moralista, também.
Citações:
"E não há nenhuma razão para que a Lydia não fique em segurança na ilha, desde que não se perca em deambulações. É uma ilha. Ela tem sete anos e pode ficar sozinha, sem o menor risco, em casa. Não temos varandas."
"Ouço as ratazanas na arrecadação. Porque é que o 'Beany' não as mata? Este cão é patético. Taciturno, deprimido, amedrontado."
"Não é tanto a minha própria morte que é intolerável, mas sim a morte daqueles que me rodeiam. Porque os amo. E parte de mim morre com eles. Portanto, todo o amor, se quiserem, é uma forma de suicídio."
terça-feira, 26 de julho de 2016
SANGRIA DESATADA
A culpa é toda da Libel: incita-nos a experimentar uma sangria destas, estamos desprevenidos sem alguns ingredientes em casa, depois com a correria do dia a dia passa-nos, até que chegam as férias. E a caloraça. E a companhia do melhorio, que aprecia uma bebida refrescante. E foi um desatar a fazer sangrias, que nem vos conto...
Nas experiências seguintes, na de espumante com frutos vermelhos puseram-se os frutos vermelhos (frescos ou congelados) a macerar com duas colheres de sopa de açúcar amarelo e um pau de canela durante uma meia hora, juntou-se uma garrafa de espumante meio-seco, cerca de 250 ml de gasosa (tipo 7up ou sprite) e gelo na hora de servir. É questão de provar para verificar se está ao gosto do freguês - há quem goste mais (ou menos) doce.
Na de vinho verde seguimos esta receita, mas sem sumo de laranja, limão ou hortelã. Ficou igualmente boa, mas tal como a anterior não precisava de tanta fruta.
Foi ou não uma sangria desatada? E não me parece que tenha parado por aqui!
quinta-feira, 21 de julho de 2016
A CANÇÃO DE LISBOA
Anunciar este filme como uma nova versão ou refilmagem do seu homónimo de 1933, realizado por Cottinelli Telmo, no mínimo, é um disparate. OK, é uma comédia, as personagens têm nomes idênticos e Vasco Leitão é o mesmo estudante de medicina cábula, que vive à conta das tias. Mas logo ai param as semelhanças com esta produção de Leonel Vieira, realizada por Pedro Varela - nem podia ser de outra maneira, tendo em conta a diferença de mais de 8 décadas de permeio...
Boa notícia também é que o Vasquinho já não canta fado, as canções a que empresta a voz são da autoria de Miguel Araújo / Nuno Malo. Como esta:
César Mourão, Luana Martau e Miguel Guilherme encabeçam o elenco e, se já não tinha dúvidas sobre o talento deste último, fiquei muito bem impressionada com o dos seus acompanhantes. Igualmente positiva a presença da luz de Lisboa nas imagens que retratam o dia a dia da cidade, das obras aos palácios, dos jardins aos recantos mais recônditos.
E não, não me parece que a boa sensação resulte apenas do facto de estar de férias e de ter ido com a famelga (quase) toda ao cinema, em excursão: trata-se de uma a comédia despretensiosa e bem humorada que, no mínimo, dispõe bem. É pedir muito?
Imagem de cena do filme da net.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
O ASSASSÍNIO DE CINDERELA
"Sob suspeita" é um programa televisivo produzido por Laurie Moran, que recria crimes por resolver no intuito de os solucionar. Assim, 20 anos depois, o misterioso homicídio da estudante universitária Susan Dempsey reúne todos os ingredientes para ser um sucesso, tanto mais que os principais suspeitos a serem entrevistados pertencem agora à elite hollywoodesca e empresarial. Mas será que esta investigação televisiva não vai amedontrar o assassino e obrigá-lo a cometer novos crimes?
Este novo policial de Mary Higgins Clark, escrito em parceria com Alafair Burke, não levantou grande polémica no Clube de Leitura: de leitura acessível, com motivações dos potenciais suspeitos suficientemente claras, a única discussão que suscitou foi se o final era previsível ou não, já que não tem uma grande reviravolta final. E aí as opiniões dividiram-se - mas não é sempre fácil dizer que se desconfiou desde o início do A ou do B? Pessoalmente, não considerei particularmente previsível. Por outro lado, sendo este o primeiro livro que li da escritora norte-americana de 88 anos, as suas 319 páginas não são propriamente geniais. Ou seja, uma leitura agradável q.b. para os leitores de policiais... mas só isso!
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A próxima reunião do Clube de Leitura terá lugar no dia 17 de setembro, com o romance de Kate Morton "O Último Adeus".
sexta-feira, 15 de julho de 2016
MAIS AZULEJOS QUE MARÉS?
Numa passagem recente pela Ericeira e ao percorrer uma única rua (ou ruas que "colam" umas nas outras), o meu maior espanto foi a profusão de azulejos ali existente, quase todos eles com motivos marítimos ou religiosos - quer dizer, o santo da devoção de cada um, suponho.
Ora vejam lá esta mini-coleção, mesmo tendo em conta que procurava um restaurante e não andava propriamente à cata da azulejaria local:
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Esta imagino que seja uma figura mítica, talvez um Tritão, que sereia barbuda é pouco provável...
E as figuras religiosas, com ou sem legenda a acompanhar.
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Os simpáticos golfinhos também ficam bem em qualquer casinha, não é verdade?
Tenham um...
FABULOSO FIM DE SEMANA!
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terça-feira, 12 de julho de 2016
CRÓNICA... COM GRAVATA!
Faço aqui uma breve interrupção e não é para ir de férias, mas para falar de bola. Já disse e repito que não sou fã do desporto-rei, mas caramba, fico satisfeita quando a rapaziada se sai bem no futebol internacional. E ganha uma taça pela qual andou a lutar durante muitos anos. Quem não se sente... Adiante!
Dito isto, não vi o jogo como os adeptos tradicionais: estava a jantar e de vez em quando ia dando uma vista de olhos à televisão acesa, quando o relator ou as pessoas que me acompanhavam teciam qualquer comentário relevante. Urros e palavrões não contavam...
No day after, quando a euforia foi ao rubro, com a recepção preparada para a equipa, pela vitória no campeonato europeu, alguém me leu esta crónica, que achei relatar condignamente os momentos vividos no relvado, com uma graça muito própria. (o que um maridão faz para ver se a mulher se interessa pela bola, ai, ai!)
Para além da seleção nacional de futebol, também está de parabéns a raparigada que representou o nosso país nos campeonatos europeus de atletismo de Amesterdão, que regressou a casa com duas medalhas de ouro, uma de prata e outra de bronze.
O desporto português está em festa. No entanto, o programa habitual do Quiproquó seguirá dentro de momentos - que é como quem diz, dentro de uns dois ou três dias.
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sexta-feira, 8 de julho de 2016
CARREGADINHA!
Não se pode dizer que tenha crescido da maneira mais airosa, mas que a planta está carregadinha de orquídeas, lá isso ninguém lhe tira. Isto depois de ter sido "enganada" no Inverno passado e ter florido em dezembro, inusitadamente. O que não a impediu de reflorir na primavera e de agora estar assim...
E já que estamos em maré de explicações, esta planta também foi a razão de ter fixado o post do Rui sobre orquídeas...
BOAS FÉRIAS
e/ou
BOM FIM DE SEMANA!
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