Tal como prometido, segue a minha opinião sobre os dois últimos livros lidos em 2013. Este primeiro foi o 5º livro de Camilla Lackberg que li este ano e por sinal o que mais gostei. São 516 páginas que envolvem uma investigação de dois homicídios na atualidade, mas que parecem estar relacionados com um segredo guardado desde finais da II Guerra Mundial.
Erica encontra no fundo de um baú os diários que a mãe escreveu quando tinha 15 anos, juntamente com uma medalha nazi embrulhada numa camisa manchada. Curiosa como sempre, entrega a medalha a um velho professor de história para ele a estudar e analisar, sem saber que este é um dos rapazes com que a mãe brincava na juventude. Alguns meses depois o professor é assassinado e a polícia investiga o crime. Contudo, à medida que lê os diários da mãe, ela não deixa de se interrogar se esse assassínio não estará relacionado com a medalha nazi e quando Britta - outra velha amiga da mãe que sofre de Alzheimer - também aparece morta, Erica e Patrik começam a pensar que não se trata de uma mera coincidência...
Resumindo, dos 6 livros da escritora traduzidos e publicados em Portugal só me falta ler um, que já está ali pendurado na estante, mas não será já a seguir. Para variar um bocadinho...
Citações:
"Enquanto estavam ali, na cozinha, enfrentando-se como dois combatentes, ambos captaram um vislumbre do que tinham sido, dos tempos em que tinham rido juntos, em que tinham feito amor. Nesses outros tempos em que o amor ainda não se tinha transformado em algo frágil e quebradiço. Tornando-o vulnerável. O nó que sentia no estômago endureceu ainda mais."
"A igualdade entre sexos ainda não tinha chegado às organizações neonazis. E quase de certeza nunca chegaria."
"A quanta dor podia ter-se poupado se soubesse naquela época o que sabia agora? Que uma pessoa não pode dar-se ao luxo de amar de mais."
Bom, sobre este pouco mais há a dizer para lá do óbvio: é de Erle Stanley Gardner, o criador de Perry Mason. Como tal é mais um enredo policial, em que o famoso advogado defende um inocente de uma condenação certa, pois um conjunto de fatores e uma armadilha bem montada apontam na sua direção. Ou seja, um típico livro de Perry Mason, que em tempos de juventude li com sofreguidão, se bem que o enredo seja sempre muito semelhante. Numa altura o grau de exigência com as leituras era bem menor...
Mas claro que são apenas 229 páginas de um livro de bolso, que se leem num instante. Calhou vir parar-me à mão nas vésperas de um compasso de espera que sabia ir demorar 3 ou mais horas, de modo que tendo lido (ou não?) em tempos idos e sem nenhum outro livro começado, foi este que marchou E não me arrependi, embora não me livrasse da sensação de déjà vu!
Quanto ao balanço dos 28 livros lidos em 2013 ficará para uma próxima postagem, mas desde já vos digo que a maior dificuldade é eleger os que mais gostei - gostei muito da grande maioria... cada um no seu género, evidentemente!
Erica encontra no fundo de um baú os diários que a mãe escreveu quando tinha 15 anos, juntamente com uma medalha nazi embrulhada numa camisa manchada. Curiosa como sempre, entrega a medalha a um velho professor de história para ele a estudar e analisar, sem saber que este é um dos rapazes com que a mãe brincava na juventude. Alguns meses depois o professor é assassinado e a polícia investiga o crime. Contudo, à medida que lê os diários da mãe, ela não deixa de se interrogar se esse assassínio não estará relacionado com a medalha nazi e quando Britta - outra velha amiga da mãe que sofre de Alzheimer - também aparece morta, Erica e Patrik começam a pensar que não se trata de uma mera coincidência...
Resumindo, dos 6 livros da escritora traduzidos e publicados em Portugal só me falta ler um, que já está ali pendurado na estante, mas não será já a seguir. Para variar um bocadinho...
Citações:
"Enquanto estavam ali, na cozinha, enfrentando-se como dois combatentes, ambos captaram um vislumbre do que tinham sido, dos tempos em que tinham rido juntos, em que tinham feito amor. Nesses outros tempos em que o amor ainda não se tinha transformado em algo frágil e quebradiço. Tornando-o vulnerável. O nó que sentia no estômago endureceu ainda mais."
"A igualdade entre sexos ainda não tinha chegado às organizações neonazis. E quase de certeza nunca chegaria."
"A quanta dor podia ter-se poupado se soubesse naquela época o que sabia agora? Que uma pessoa não pode dar-se ao luxo de amar de mais."
Bom, sobre este pouco mais há a dizer para lá do óbvio: é de Erle Stanley Gardner, o criador de Perry Mason. Como tal é mais um enredo policial, em que o famoso advogado defende um inocente de uma condenação certa, pois um conjunto de fatores e uma armadilha bem montada apontam na sua direção. Ou seja, um típico livro de Perry Mason, que em tempos de juventude li com sofreguidão, se bem que o enredo seja sempre muito semelhante. Numa altura o grau de exigência com as leituras era bem menor...
Mas claro que são apenas 229 páginas de um livro de bolso, que se leem num instante. Calhou vir parar-me à mão nas vésperas de um compasso de espera que sabia ir demorar 3 ou mais horas, de modo que tendo lido (ou não?) em tempos idos e sem nenhum outro livro começado, foi este que marchou E não me arrependi, embora não me livrasse da sensação de déjà vu!
Quanto ao balanço dos 28 livros lidos em 2013 ficará para uma próxima postagem, mas desde já vos digo que a maior dificuldade é eleger os que mais gostei - gostei muito da grande maioria... cada um no seu género, evidentemente!





