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domingo, 6 de outubro de 2013

NUVEM PASSAGEIRA

E porque hoje é domingo, sai mais uma musiquinha de sempre, desta feita de autoria de Hermes Aquino, cantor e compositor brasileiro, que fez grande sucesso com esta "Nuvem passageira" em 1975, quando ela foi integrada na banda sonora da telenovela "O Casarão".


O portátil que me foi emprestado no fim de semana vai voltar para a sua legítima dona, pelo que o meu acesso à net vai ser ocasional, mas não deixarei de espreitar os vossos cantinhos sempre que possível.

Imagem da net.

domingo, 15 de setembro de 2013

AMOR É...

... comemorar todos os aniversários de casamento a dois, ao longo dos anos. Com um jantarinho num restaurante mais inusitado, para quebrar a rotina.

Por acaso, festejamos hoje o 23º aniversário! E fiquei muito satisfeita por (re)encontrar uma série de recortes de cartoons publicados diariamente no jornal "A Capital" dos anos 70 e assinados por Kino, que colecionava romanticamente na adolescência. Ou seja, este hoje caiu que nem uma luva... (também há alguns assim a dar para o machista, mas facto é que, embora lentamente, as mentalidades têm tido algum progresso positivo) 

E já que a data convida ao romantismo, "O Meu Amor" de Chico Buarque é a "música de sempre" escolhida, já que ambos adoramos o vasto repertório do cantor e compositor brasileiro:


Imagem

domingo, 8 de setembro de 2013

THE SOUND OF SILENCE

Paul Simon e Art Garfunkel obtiveram um sucesso considerável nos anos 60, enquanto dueto, mas separam-se em 1970. Contudo, nas décadas seguintes reuniram-se várias vezes em concertos e espetáculos, onde cantaram músicas conjuntas ou a solo, com o sucesso de sempre. 

Pessoalmente, ainda gosto de ouvir este "The Sound Of Silence", bem como vários outros temas:


A imagem, da net, representa "Simon & Garfunkel" num quadro labiríntico de Yonatan Frimer.

domingo, 1 de setembro de 2013

SOMEWHERE OVER THE RAINBOW

Esta deve ser das canções mais cantadas do planeta, desde que Judy Garland - a intérprete original - a tornou mundialmente famosa no filme "O Feiticeiro de Oz". E sempre agradável de ouvir, mesmo que as vozes que a interpretam optem por diferentes géneros musicais.

Israel Kamakawiwo'ole, também conhecido simplesmente por IZ, um nativo havaiano que sofria de obesidade mórbida (e que morreu prematuramente devido a complicações derivadas dessa doença), cantou uma das versões que mais gosto (sem desprimor para tantas outras), ao som do seu ukelele:



Imagem da ponte arco-íris, em Taiwan, da net.

sábado, 24 de agosto de 2013

WHEN I FALL IN LOVE

Excecionalmente antecipada para sábado, a rúbrica "Músicas de sempre" de hoje é um dois em um: por um lado Nat King Cole, por outro a artista auto-didata (ou mais ou menos) Julie Doornbos, que aprendeu a desenhar e a pintar... lendo - o desenho a carvão da imagem é da sua autoria e realmente fantástico, no meu entender. Segundo ela, a avó resolveu aprender a esquiar aos 16 anos através da leitura, pelo que gosta de pensar que saiu a ela. Mas podem ver mais sobre Julie Doornbos no seu site, que também indica o blogue onde divulga os seus últimos trabalhos, se eventualmente estiverem interessados em espreitar...

Quanto a Nat King Cole é uma paixão já pós-adolescência, no início da idade adulta - o último disco em vinil que comprei continha os seus maiores sucessos, numa época em que já começavam a aparecer os CD. Nem me recordo exatamente o porquê, mas uma tarde um amigo fascinado por músicas ditas alternativas (nunca me faltaram amigos melómanos, mas nem sempre com gostos coincidentes com os meus) arrastou-me para uma pequena loja de discos no Bairro Azul, onde se entreteve um bom bocado a falar com o empregado. Enquanto isso, descobri aquele álbum duplo a um preço muito convidativo, e comprei na esperança de o conseguir passar para cassette - outra "relíquia" do passado - para ouvir no carro. O que nunca chegou a acontecer, mas o disco ouvi-o de fio a pavio muitas vezes, nos anos que se seguiram. O meu amigo saiu da loja de mãos a abanar, depois de encomendar uma das suas "pérolas".

"When I fall in love", na melodiosa voz de Nat King Cole, aqui numa cena do filme "Istambul" (1957), onde também contracenam Errol Flynn e Cornell Borchers (confesso que desta atriz alemã nem me lembro, mas a carreira dela foi breve, retirou-se no ano em que nasci...):


UM EXCELENTE FIM DE SEMANA PARA TODOS!

domingo, 18 de agosto de 2013

STRANGERS IN THE NIGHT

Esta é daquelas músicas que me lembro desde criança, a tocar no primeiro gira-discos - então novinho em folha - e até já meio roufenho a "saltitar" no prato, de tantas vezes o disco ser ouvido. Curiosamente, também deve ser a canção que mais cantei no duche (já que a desafinação não me permite cantar em mais lado nenhum...)! 

E não é que um dia destes ouvi o meu filho (coitado, também desafinado, que isto deve ser de família!) a cantarolá-la debaixo do chuveiro? Estranho, no mínimo...

Como suspeito de ligações à Máfia e a outras negociatas pouco claras, pode não ter conquistado a simpatia do grande público, mas certo é que "A Voz" de Frank Sinatra lhe granjeou um lugar de destaque nos anais da história da música do século XX. E inúmeros fãs, evidentemente, que ignorando ou desdenhando esses "ataques" ao homem, nele só viam o cantor e "A Voz" com que durante muitos anos nos brindou:


Imagem da net.

domingo, 11 de agosto de 2013

TERESINHA

Maria Bethânia é e sempre foi uma das minhas cantoras brasileiras preferidas. Lembro-me de uma das poucas "discussões" que tive com o meu avô ser sobre ela: segundo ele, a artista era tão feia, que devia ser proibida de cantar. Por essa ocasião ele já era velhote e viúvo, estava mais amargo do que sempre o conheci. Bem o tentei convencer do disparate que estava a dizer, que a beleza não tem nada a ver com a voz e, apesar de tudo, nem considerava Bethânia esse expoente de fealdade que ele dizia. Teimoso, continuava a insistir e a "discussão" parou por ali. Só muitos anos depois percebi que tentar mudar a mentalidade de homens de uma determinada época (ele nasceu em 1905), não faz o menor sentido - cresceu numa família burguesa, com convicções religiosas, políticas e sociais muito marcadas, a que uma (grande) dose de machismo não era alheia. Nada do que eu dissesse iria mudar a sua opinião... 

Simultaneamente, esta música faz-me lembrar umas férias de verão num parque de campismo de Lagos, quando andava na faculdade. Creio que em 1982. O grupo era grande, quase todos aos pares, fui com uma amiga. O meu último namorado descartara-me umas semanas antes ou coisa, mas ela ainda estava pior: a recuperar de uma depressão, após um casamento "relâmpago" de 3 meses seguido de divórcio. E se bem que acompanhássemos normalmente o grupo, algumas vezes percorríamos a pé o caminho da praia ao parque. E ela cantava várias músicas da Bethânia no percurso, entre elas esta "Teresinha" (só soube mais tarde como se intitulava), que me parecia muito próxima dos meus últimos desaires amorosos (sendo que o "não" nem sempre foi meu) - longe que estava do "príncipe encantado" do liceu e de conhecer aquele que "só me chamasse de mulher"!


De alguma forma, a amizade com essa minha amiga dura até hoje, se bem que atualmente não sejamos muito próximas. Mas a lealdade e o apoio em momentos menos bons nunca falhou, aconteceu que os rumos foram diferentes. Cada uma de nós encontrou o compagnon de route que nos faltava, mas certo é que longe também vão os tempos dos contos de fadas da nossa infância, que invariavelmente terminavam com a frase "casaram e foram felizes para sempre"...

post-scriptum - não sei se dá como contributo para o desafio lançado pelo Carlos no blogue "crónicas on the rocks", sobre canções de amor, mas esta seria a minha escolha!

Imagem da net.

domingo, 4 de agosto de 2013

MÚSICAS DE SEMPRE - 3

"Vejam bem" que todos os dias são bons para recordar Zeca Afonso, mesmo que a data do seu aniversário já tenha passado. Teria comemorado 84 anos na sexta-feira, se a morte não o tivesse ceifado mais cedo.

Apesar desse pesar, não restam dúvidas que a sua voz e música ainda moram no coração e na memória de muitos de nós:


Imagem da net.

domingo, 28 de julho de 2013

MÚSICAS DE SEMPRE - 2

Uma das músicas mais românticas de todos os tempos, de Cole Porter, poderá não ter consenso para quem não aprecia jazz ou ritmos afins. Mas a sensação é universal, para quem ama...

Aqui na voz de Ella Fitzgerald, uma das primeiras a cantar o tema,, mas igualmente tocante noutras versões de pop/ rock:



Imagem da net.

domingo, 21 de julho de 2013

MÚSICAS DE SEMPRE - 1

Ao contrário de filmes ou livros, não consigo elaborar uma lista minimamente coerente sobre as músicas, vozes ou grupos que mais gosto de ouvir - muitos géneros diferentes e de várias épocas, sendo que por vezes só aprecio uma e outras quase todas deste ou daquele artista ou compositor. Assim, sem qualquer tipo de ordem ou graduação, este verão e aos domingos publicarei algumas dessas músicas da minha vida, correndo o risco de esquecer tantas... que tiveram a sua época!

E para começar nada melhor que a Beatlemania, que no meu caso não surgiu na época de ouro da mítica banda, só uns anos mais tarde. Esta é uma das minhas preferidas:


E claro que estão todos convidados para escolher a(s) vossa(s) preferida(s), caso também sejam fãs do(s) artista(s) em causa.

Imagem da net.