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sexta-feira, 12 de junho de 2015

MOSAICO ÚNICO

Consta que este mosaico, realizado por 216 artistas, é único no mundo. Isto porque se clicar em qualquer dos quadrados que o compõem surge uma outra imagem completamente diferente. Experimente! (não no da foto, mas no deste site, de onde esta fotografia foi tirada)

Recebido por mail.
(Obrigada, Palicha!)

BOM FIM DE SEMANA!

sexta-feira, 27 de março de 2015

LIÇÃO SUPER-RÁPIDA!

De pintura (cóf... cóf... como de algumas outras artes) percebo muito pouco, mas ontem tive uma lição ultra-rápida, via facebook, que me virá a ser muito útil no futuro, quando quiser aparentar grandes conhecimentos na área... Ei-la, caso estejam igualmente interessados:

1 - se o plano de fundo do quadro for escuro e todo o mundo está com cara de tortura, é de TICIANO;

2 -  se todo o mundo tem rabo grande é de RUBENS;

3 - se todos os homens têm olhos de vaca  e parecem donas de casa é de CARAVAGGIO;

4 - se tem um monte de gente no quadro, mas elas parecem normais, é de PIETER BRUEGEL;

5 - se todo o mundo parece um mendigo iluminado por um poste, é REMBRANDT;

6 - se no quadro tem cupidos ou ovelhas, ou se você considerar que cupidos ou ovelhas poderiam estar no quadro, é BOUCHER;

7 - se todos forem bonitos, estiverem semi-nus e empilhados ou apertados, é MICHELANGELO;

8 - se tem bailarina, é DEGAS;

9 - se tudo é pontiagudo, tiver contraste e os homens tiverem barba num rosto magro, é EL GRECO;

10 - se todo o mundo parece Vladimir Putin, o presidente da Rússia, é VAN EYCK;

Digam lá que não ficaram todos muito mais elucidados depois de uma lição rápida destas? OK, não é o mesmo que tirar um curso de artes, mas é quase, quase... Ah, e claro, foi feito por quem percebia da poda... de pintura, que como já referi não é o caso da je (limitei-me a adaptar do fb).

BOM FIM DE SEMANA!

segunda-feira, 16 de março de 2015

VISITAS GUIADAS

A arte urbana lisboeta merecia, a plataforma Underdogs organizou. Assim, todos os sábados terão lugar visitas guiadas a graffitis situados em várias zonas da cidade, com uma duração aproximada de 3 horas, tal como foi noticiado no Público

Os preços é que são uma desagradável surpresa, portanto literalmente para inglês turista ver. Cá por mim já me fui adiantando - mesmo sem mapa e explicações - e tirando umas fotos de caminho...

O outro lado do mesmo edifício, situado no Jardim do Tabaco - que de jardim só tem o nome, pois trata-se de um parque de estacionamento e de um cais, que serve de ancoradouro a navios de cruzeiro (suponho, porque não vi lá nenhum "estacionado").

PixelPancho assina os três graffitis, o primeiro conjuntamente com Vhils. Não há nada como fazermos os TPC adiantados, para pouparmos umas lecas!

domingo, 1 de março de 2015

GRAFFITI - ANTES E DEPOIS

Uma das grandes vantagens dos graffitis é que se podem alterar ou substituir, com o tempo. Ao contrário da maioria das obras de arte, não têm vocação para a perenidade. O que seria de agradecer também em alguma estatuária lisboeta, mas infelizmente não temos essa sorte...

Voltando aos graffitis, vejam como de repente somos surpreendidos: em lugar da multi-colorida selva africana, surge uma azul-acinzentada representação de uma era espacial. Ambos belíssimos, no meu entender, aqui num recanto de Benfica.


UM FELIZ DOMINGO PARA TODOS!

domingo, 14 de dezembro de 2014

UM CANUDO...

... que se limitou a ornamentar uma estante cá de casa nos últimos 30 anos, pode parecer uma grande fiasco. Não foi! Mesmo que nunca tenha exercido qualquer profissão vagamente relacionada com os estudos que efetuei ou ganho um tostão à sua custa, facto é que a sua missão foi única: ornamentar aquela estante!

Mas quando um homem (ou uma mulher) se põe a pensar, o dinheiro não é realmente o mais importante num emprego, mas sim a satisfação que a pessoa tem em realizar certo trabalho. Claro que o salário não deixa de ser importante para a pessoa manter uma vida digna - quando não éramos todos voluntários de qualquer coisa - mas há limites. Que variam consoante (a consciência) de cada um... Enganei-me? Acontece! Pior era ter ficado agarrada ao canudo e à profissão, em que mais que provavelmente não passaria da mediocridade, num pesadelo quase diário.

A ornamentar a cidade mais um graffiti urbano (2), suponho que da autoria de Vhils, que recentemente teve um programa da CNN dedicado ao seu trabalho artístico. Merecido! 

BOM DOMINGO!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

SER BOM OBSERVADOR...

... não é para todos! E mesmo aqueles que se consideram a si próprios bons observadores, muitas vezes "caem" em ilusões de ótica corriqueiras, daquelas que um simples mágico é capaz.

Acontece que entre os bons observadores também existem os iluminados: não só são bons observadores como conseguem reproduzir fielmente, com um lápis, o que os seus olhos captam. É o caso de Diego Fazio, um jovem italiano que escolheu o nome artístico de Diego Koi, para dar a conhecer as suas obras. Há quem lhes chame hiperrealistas, dado os seus trabalhos parecerem fotografias, mas na verdade são verdadeiros artistas.

Aqui podem ver Diego durante a execução de um dos seus trabalhos mais famosos, e quem tiver curiosidade pode ainda espreitar o seu site. Agora digam lá que não julgavam que se tratavam de fotos? 

(Obrigada, Michel!)
Imagens da net.

sábado, 24 de agosto de 2013

WHEN I FALL IN LOVE

Excecionalmente antecipada para sábado, a rúbrica "Músicas de sempre" de hoje é um dois em um: por um lado Nat King Cole, por outro a artista auto-didata (ou mais ou menos) Julie Doornbos, que aprendeu a desenhar e a pintar... lendo - o desenho a carvão da imagem é da sua autoria e realmente fantástico, no meu entender. Segundo ela, a avó resolveu aprender a esquiar aos 16 anos através da leitura, pelo que gosta de pensar que saiu a ela. Mas podem ver mais sobre Julie Doornbos no seu site, que também indica o blogue onde divulga os seus últimos trabalhos, se eventualmente estiverem interessados em espreitar...

Quanto a Nat King Cole é uma paixão já pós-adolescência, no início da idade adulta - o último disco em vinil que comprei continha os seus maiores sucessos, numa época em que já começavam a aparecer os CD. Nem me recordo exatamente o porquê, mas uma tarde um amigo fascinado por músicas ditas alternativas (nunca me faltaram amigos melómanos, mas nem sempre com gostos coincidentes com os meus) arrastou-me para uma pequena loja de discos no Bairro Azul, onde se entreteve um bom bocado a falar com o empregado. Enquanto isso, descobri aquele álbum duplo a um preço muito convidativo, e comprei na esperança de o conseguir passar para cassette - outra "relíquia" do passado - para ouvir no carro. O que nunca chegou a acontecer, mas o disco ouvi-o de fio a pavio muitas vezes, nos anos que se seguiram. O meu amigo saiu da loja de mãos a abanar, depois de encomendar uma das suas "pérolas".

"When I fall in love", na melodiosa voz de Nat King Cole, aqui numa cena do filme "Istambul" (1957), onde também contracenam Errol Flynn e Cornell Borchers (confesso que desta atriz alemã nem me lembro, mas a carreira dela foi breve, retirou-se no ano em que nasci...):


UM EXCELENTE FIM DE SEMANA PARA TODOS!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

TERREIRO DO PAÇO REVISITADO...

A ideia era simples: dar uma volta pelo Terreiro do Paço (remodelado) ao final da tarde, petiscar por ali qualquer coisinha e esperar pela primeira apresentação do espetáculo multimédia de luz, cor, "teatro" e música a incidir no arco da rua Augusta e prédios adjacentes, aprazada para as 21h30m. No último dos 10 dias em que esteve em exibição, como convém...

A sessão fotográfica até começou lindamente, pois esta ave andava a chapinhar nas águas do Tejo, indiferente à multidão que por ali passeava. Se era uma garça ou uma cegonha é que não  identifiquei ao certo, que os meus conhecimentos (ainda) não chegam a tanto e ambas pertencem à mesma família.

O espetáculo em si iria decorrer no outro lado da praça do Comércio, a estátua de D. José nem fazia parte do cenário de fundo, apenas o próprio monumento e os edifícios que o ladeiam. Como a maioria saberá, desde 9 de agosto deste ano que se pode visitar o cimo do arco, que dada a sua altitude e localização privilegiada serve de miradouro tanto para a baixa pombalina, como para o Tejo e a margem Sul. Visita essa que ficará para outra ocasião!

As estátuas do topo representam a Glória a coroar o Génio e o Valor, e são de autoria do escultor francês Célestin Anatole Calmels (segundo a wikipédia). É a partir delas, da construção do monumento e das restantes esculturas representativas de alguns dos capítulos da nossa História  - de Viriato, Nuno Álvares Pereira, Vasco da Gama e Marquês de Pombal (estas de autoria de Vitor Bastos, ainda segundo a wiki) - que gira todo o argumento desta encenação multimédia. O Douro e o Tejo, como rios que limitavam a região povoada pelos Lusitanos, também estão presentes no arco como no espetáculo. 

Mas a minha prestação fotográfica acabou aqui, porque com o anoitecer e a escuridão propícia para o evento, a máquina resolveu descansar, tal e qual turista que mesmo em férias se deita com as galinhas... Restou-me, portanto, procurar no YouTube um breve apontamento vídeo que desse ideia da dimensão da projeção, aqui na sequência dedicada a Vasco da Gama:


Muito bom! Mas devo esclarecer que, mesmo que ao vivo seja mais avassalador, dificilmente se consegue abarcar toda a projeção...

"Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas" é a tradução da expressão latina inscrita no topo. Será que hoje em dia ninguém entende latim?

quinta-feira, 18 de julho de 2013

REFLEXOS E ANTIGUIDADES...

Não se pode dizer que a visita ao museu foi um fiasco, até porque ficámos encantados com metade do que vimos. O problema foi esse mesmo: só conseguimos ver metade da exposição, que exibe parte da vasta coleção de obras de arte de Calouste Gulbenkian! Culpa nossa, evidentemente, que nesse domingo de grande caloraça calculámos mal o tempo que o percurso precisa e merece e, ao chegarmos ao final da Arte Clássica e Oriental, estava na hora do museu fechar. Ficou toda a Arte Europeia para apreciar... numa próxima oportunidade!

Bom, mas a questão não é essa. Se existem peças que não exigem explicação, outras sem ler o pequeno letreiro ao lado dificilmente entenderíamos para o que serviam. Como no caso destas exibidas na fotografia: são várias enfileiradas num expositor envidraçado e iluminado, daí o resultado fotográfico ser este com tantos reflexos, porque obviamente não usei  flash.

Para que serviriam? "Mistério" que deixo nas vossas mãos para resolver...

domingo, 23 de junho de 2013

DANC'ISH!

Não sou fá deste género de concursos televisivos em busca de talentos ocultos em indivíduos aparentemente comuns, mas de vez em quando tenho de dar a mão à palmatória. Como à audição de Kenichi Ebina, em "America's Got Talent", um japonês de 38 anos que gosta de dançar. O resultado foi este:


Logicamente, nem sequer vou tentar!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

SUBJETIVIDADES E PRIORIDADES...


Se gosto da música e da voz de Stacey Kent, também gosto dos desenhos da artista búlgara Mariana Kalacheva, que ilustram o vídeo-clip.

Bem sei que é dia de santo António, o santo padroeiro do povo de Lisboa  - quer dizer, um dos santos padroeiros de Lisboa, já que São Vicente é considerado o mais lendário e associado à simbologia da cidade - e se comemora (ou não?) o 125º aniversário de nascimento de Fernando Pessoa. Mas cada um tem as suas prioridades, logicamente subjetivas, a minha é totalmente dirigida ao meu bom companheiro, amante, amigo, marido e pai do filhote, que também nasceu a 13 de junho, há algumas décadas atrás.  Daí a música e as ilustrações serem-lhe dedicadas... Se bem que espere que alguns amigos virtuais também gostem de uma, outra(s) ou ambas.

Não se pode dizer que não andámos nos treinos das festas populares, mas sardinhas... ainda não provámos!   Talvez as encontremos mais "acessíveis" por outras bandas...

BOM DIA PARA TODOS!
(e bom feriado, para quem o goze!)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

CAMÕES SAIU À RUA!

"Os Lusíadas - para toda a família" é uma obra concebida e executada por artistas de rua, vulgo graffiters, num extenso muro da avenida da Índia, em frente ao museu da Eletricidade.

A visibilidade do trabalho é reduzida para quem lá passa de carro, semi-camuflado por algumas árvores e arbustos, e suponho que igualmente para os residentes nas imediações, já que sendo via rápida só se atravessa para o outro lado em locais específicos.

Como a curiosidade mora aqui todos os dias, lá fomos espreitar. E fotografar. O dia estava cinzentão, mas não deixou de contrastar com o mural, como bem se nota.

Em pequena li "Os Lusíadas - contados às crianças", mas o texto original - por sorte ou azar? - nunca foi de leitura obrigatória no meu tempo de liceu. Quer dizer, foi para os alunos do ano anterior, no ano seguinte não sei, mas voltou a ser pouco depois.

Pessoalmente considero uma sorte, não só por ser avessa a leituras obrigatórias de textos de antanho, mas porque na época os professores o escolhiam sempre para exercícios, testes e exames gramaticais. Do ponto de vista de um aluno adolescente, há lá coisa mais chata que dividir orações n' "Os Lusíadas"?

Com a grande vantagem de ter apreciado os sonetos de Camões com muito mais gosto e vontade. Há "amores que ardem sem se ver"...

Apesar do parco conhecimento do grande feito de Camões - em miúda julgava que ele tinha vindo a nado da Índia até Lisboa, com um braço no ar para salvaguardar o seu livro - deu para perceber que o mural regista os episódios mais marcantes.

Imagino que seguindo cronologicamente o ritmo do livro, mas suponho que não exatamente correspondente a cada canto.  

Ah e tal, mas assim não é muito didático? Pois não será, mas os artistas de rua não têm de se substituir aos professores... O que não quer dizer que não incentivem mais a curiosidade dos moçoilos, do que professores  antiquados a insistirem na divisão de orações nos seus X cantos (se ainda os há!).


O mundo é assim sempre composto de mudança. mudando-se os tempos e as vontades, o ser e a confiança, tomando sempre novas qualidades, já referia o poeta nos seus versos. 

MAR e RAM foram os autores deste mural coletivo, que optaram por assinar com o tag ARM Colective 2013. Um modo original de dar a conhecer a grande obra de Camões, mais próxima dos jovens e do imediatismo dos dias que correm. Mas sem dúvida também um graffiti de grande fôlego, que considerei adequado para marcar o dia de Camões e de Portugal, que hoje se celebra.

BOM FERIADO E DIVIRTAM-SE!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

READ MY LIPS...

O batom aplicado nos lábios de uma mulher fornece algumas pistas sobre a sua personalidade. Ou da personagem que naquele dia específico pretende encarnar, o que pode ser muito variável. E quem diz batom diz lipstick, obviamente. Assim, se este tom vermelho brilhante sugere uma imagem de sedução (que a cerejinha complementa na perfeição),

já este rosa metalizado lembra uma vamp etérea, distante e fria, como uma diva de cinema hollywoodesco do século passado. 

E o que dizer destes lábios em tonalidades de arco-íris? Talvez uma alma de artista apaixonada pela paleta ao seu alcance ou a expressa vontade de marcar a diferença. Ou quem sabe se um homem, já que aquela "penugem" debaixo do lábio inferior não é muito frequente? 

Depois surgem aquelas maquilhagens do dia a dia e que os homens raramente notam - nem sempre o que eles chamam de "cara lavada" o é! - pois a cor usada é muito semelhante à natural dos próprios lábios. Note-se que se noutros tempos o batom era considerado uma espécie de simbolo da vaidade feminina, atualmente tem outras funções, nomeadamente a de hidratação e de correção de pequenas imperfeições (daquelas que só nós notamos, mas se não incomoda ninguém, quem é que tem a ver com isso?). Claro que os exemplos fotográficos apresentados são extremos, há várias nuances de tons e no brilho, opacidade  ou metálico de cada um de permeio, até porque há quem use mais do que um batom em simultâneo - ton sur ton, como se diz à francesa - para obter o efeito desejado... 

Oops, e será que é esta a nova tendência da moda?

Vale que na net há explicação para (quase) tudo, não tem nada a ver com novas tendências, trata-se de um trabalho fotográfico de uma estudante norte-americana, Paige Thompson, com finalidades publicitárias. Que não sei se terá muita saída, mas não custa tentar...

Já agora, entre os primeiros quatro, qual o batom que preferiam usar? Ou, no caso dos homens, que gostariam de ver na mulher ao vosso lado?

Imagens da net, a colagem é do facebook.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

LAGARTO PINTADO...

... quem te pintou?

A lenda é antiga e reza que um devoto adormeceu nesta colina. Nesse momento, ao ser atacado por uma serpente, eis que um lagarto surgiu em seu auxílio, por intercessão de Nossa Senhora da Penha de França. Também existe outra versão, que refere o escultor António Simões - um dos poucos sobreviventes da batalha de Alcácer-Quibir - como o homem que escapou ao ataque da cobra e que foi mentor da construção da Igreja, em 1597. Enfim, lendas são lendas, têm sempre nuances esotéricas e criativas... 

No entanto, ainda há poucos dias a Teresa referia a sua indignação por verificar o vandalismo que paira na cidade, com tags (leia-se, gatafunhos e hieróglifos!) a sujarem muros, paredes, estátuas e monumentos indiscriminadamente - opinião que partilho inteiramente - quando me deparei com este mural, que tem tudo a ver com a lenda e o local. No muro em frente à Igreja, que não visitei, mas que consta exibir igualmente no seu interior uma imagem do lagarto e do homem adormecido. E gostei, porque realmente não tenho nada contra murais e grafittis, só contra os ditos gatafunhos.

Fica a pergunta, em tom de desafio: sabem quem pintou o lagarto?


ADENDA a 4 de maio de 2013: o "Lagarto da Penha" foi realmente pintado por Leonor Brilha - que aparece na imagem a dar uns últimos retoques - tal como o Rui da Bica e o Vintense depressa descobriram.  Ambos deram links e o Rui da Bica ainda enviou esta foto por mail (suponho que da net), onde se pode visualizar melhor a artista na execução do seu trabalho:

Contudo, a resposta está "escarrapachada" no próprio muro, como podem verificar noutra fotografia que tirei na altura (e não me venham dizer que anteriormente tinha uns lindos tons de cinzento...) :

Parabéns à artista - cujo site podem ver aqui - que o prémio foi mais que merecido! E, mais uma vez, obrigada a todos pela participação!

DIVIRTAM-SE!

terça-feira, 23 de abril de 2013

RETRATOS EM AZULEJOS

1. Leiteira

A vida noutros tempos pode parecer fácil para quem não a viveu na pele, mas na verdade essa ideia não passa de um mito: tal como hoje, só era fácil para alguns! As profissões de outrora retratadas neste painel de azulejos - aqui fotografado parcialmente - exemplificam bem quanto era dura a vivência de grande parte da população no século XIX e início (até meados) do XX.

2. Aguadeiro

E que profissões eram estas? Pois, é isso mesmo que se pede neste desafio, em que as legendas foram propositadamente cortadas (daí as diferentes dimensões): identificar os profissionais.

3. Galinheira

Com recurso à net é simples, sem ele temos de puxar pela memória ou por leituras que descrevem essas vivências sobrecarregadas com trabalhos pesados e duros.

4. Vendedor de fruta

A pergunta seguinte é: onde está este painel? E essa ainda é mais difícil para quem não o conhece ao vivo, porque tenho a certeza que quem já o viu com-olhos-de-ver não o esquece. Pelo menos para aqueles que apreciam a azulejaria tradicional portuguesa...

5. Lavadeira

A opção do recurso à net é vossa, logicamente, mas a maior curiosidade é a de saber se alguém se lembra(va) realmente destes aspetos do quotidiano, de uma era em que não bastava clicar numa tecla. As devidas legendas serão acrescentadas amanhã.

Adenda a 24 de abril de 2013 - As legendas a azul. O painel encontra-se junto à igreja de Nossa Senhora do Amparo, em Benfica, e foi pintado em 1997 por Eva Nunes e José Luis Campino, tal como podem verificar na seguinte colagem:


Agradeço a todos a participação, onde quase toda a gente acertou. Ou andou lá muito perto, senão do local, pelo menos das profissões de antigamente, onde apenas houve alguma hesitação entre vendedor de fruta e almocreve, o que vem quase a dar no mesmo.